Verde

Cavalga no ar
A espada do vento
Cortando o rosto das árvores
Sem braços e nem dedos
Caídos no chão
Profusão de silêncios
A alma desgarrada
É flor enlutada
A caminho do caos
São muitos os maus.

Machados nas mãos
Matam sem compaixão
São filhos das trevas
Assassinam raízes
As diretrizes das sombras
Pela ausência do sol
Chora a folha...

Em algum lugar a semente
Brotará como um presente
Sob as bênçãos dos céus.

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