A freada de arrumação

Os Quatro Cavaleiros do Apocalipse são personagens descritos na Terceira Visão profética do apóstolo João no livro bíblico do Apocalipse, ou Revelação (João, 6, Os quatro primeiros selos).
Ao serem rompidos os selos do livro que estava nas mãos do Cordeiro, saíram quatro cavaleiros, seriam Peste, Guerra, Fome e Morte.

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RELEITURA: Plano Real 25 anos

Nesta segunda - feira, 1º de julho, completa-se 25 anos do Plano Real.
Dez anos atrás dizia no artigo postado neste site, que entre outras medidas usadas para a que o Plano Real se consolidasse foi o combate as manipulações no Orçamento da União. Os governos dos presidentes Luis Inácio Lula da Silva, hoje preso, e principalmente dos desastrosos anos de Dilma Roussef usaram e abusaram de manipulações que foram rotuladas como "pedaladas". Essas ao virem à tona mostraram o rombo existentes nas contas União e a ilusão da bonança até então praticada.

Para este ano de 2019 o rombo está estimado em R$ 139 bilhões. Sem as contas públicas equilibradas, para se dizer no mínimo, a economia não cresce como agora estamos não só vendo como também sofrendo.

Vale reler o artigo que escrevi.

Boa Leitura.

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Caldeirão fervendo

Pois é, hoje recebi um pedido que trouxesse boas notícias. Confesso que tentei. Analisei e encontrei o pior. Pretendia escrever um artigo sobre a Previdência Social deste país, mas o problema é bem maior.
Talvez alguém diga, mas existem outros países em que a dívida pública é muito maior em relação ao percentual do PIB, do que a do Brasil.
Concordo.
Os Estados Unidos ultrapassaram o teto autorizado para a dívida, que era de US$ 18,112 trilhões, atingindo na segunda quinzena de outubro de 2015 o montante de US$ 18,165 trilhões.
O governo negociará novo teto com o Congresso americano. Ao final tudo ficará bem, sejam para instituições financeiras ou para as pessoas físicas. Ninguém quer receber o principal do título que é possuidor, mas apenas os juros.

Por que isso acontece?
Porque o governo americano tem o que se chama, FIDUCIA. Ao ter credibilidade, tem a nota mais alta dada pelas agências de análise de risco. Já o Brasil foi triplamente rebaixado pelas três principais agencias, e hoje detém a nota para o chamado Grau Especulativo.
Quando o país tiver credibilidade e no comando alguém com a mesma característica, eu me retratarei em novo artigo. Até lá é isso o artigo que escrevi abaixo.

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Sob nova direção

Em excelente artigo, como sempre, o jornalista e escritor francês, Gilles Lapouge, datado de quase cinco anos atrás abordou na ocasião o estremecimento do alicerces do sistema pétreo do sigilo bancário suíço. O artigo levou o forte título de "A maior lavanderia de dinheiro do mundo ameaça falir..."

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Conto da Carochinha

Passada a ressaca e a alienação que o Carnaval propicia, nesta última semana de fevereiro trouxe a notícia que o Estaleiro Atlântico Sul (EAS), que pertence às construtoras Camargo Corrêa e Queiroz Galvão, quer romper o contrato para a construção de sete sondas do pré-sal.

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Sobre um boato

Na semana que antecedeu ao Carnaval as redes sociais foram invadidas por um boato antigo, que haveria confisco da Poupança por parte do governo. Começou pelo aplicativo de mensagens WhatsApp e depois se espalhou por outras mídias sociais, como Twitter, Facebook e Instagram.

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Vox populi, vox dei

Nesta sexta-feira, 28, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) trouxe mais uma notícia triste para o país ainda dentro deste aziago mês de agosto, com a divulgação que o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil sofreu variação negativa de 0,6% no segundo trimestre de 2014 comparado com o trimestre anterior.

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Liberou geral?

Em São José de Piranhas, no semi-árido paraibano, a presidente Dilma Roussef rebateu, dentro do seu estilo habitual, as críticas ao atraso nas obras de transposição do rio São Francisco, disse que "quem nunca fez nada, desanda a cobrar".

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Nota de Repúdio?

Na falta do que debater, os presidentes da Venezuela, Nicolás Maduro, do Uruguai, José Mujica, da Argentina, Cristina Kirchner, e do Brasil, Dilma Rousseff, reuniram-se nesta sexta-feira, 12, em Montevidéu para uma reunião de cúpula do Mercosul, que está mais para circo mambembe do que para bloco econômico, colocaram na pauta a defesa do presidente Morales que teve seu vôo de Moscou à La Paz interrompido, sendo obrigado a pousar em Viena, Áustria.

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Assim foi Maio

O mês de maio terminou para alívio de muitos e não estou falando de cataclismos, terremotos, erupções ou tornados como o de Oklahoma nos Estados Unidos. O alívio talvez precipitado pois pode vir mais, é em razão de tudo o que aconteceu no mês que passou.

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Um País Pacífico e Cordial

O jornal Correio do Povo (RS) iniciou uma série de quatro reportagens que leva o título A guerra silenciosa do trânsito gaúcho feita pela jornalista Mauren Xavier.

O tema traz a público a carnificina que está ocorrendo no Rio Grande do Sul, mas que está acontecendo também em todo o Brasil.

No Congresso Internacional de Trânsito realizado em Porto Alegre em 2012, o técnico do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), Carlos Henrique Ribeiro de Carvalho, revelou que o custo anual dos acidentes de trânsito no Brasil é de aproximadamente R$ 40 bilhões. A quantia é uma atualização dos dados tabulados pelo IPEA, em 2005 e 2006.

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É mole?

As agencias de notícia informaram que o Tesouro Nacional havia vendido US$ 50 milhões de dólares de títulos da Dívida Externa, o Global 2023, no mercado Asiático, na última sexta-feira, 10 de maio. Essa captação vinha se somar aos US$ 750 milhões, vendidos no dia anterior nos mercados norte-americanos e europeu.

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Francisco I

O agora Francisco I, antes Cardeal Jorge Mario Bergoglio, arcebispo de Buenos Aires é um Jesuíta. Assim são chamados os membros da Companhia de Jesus (em latim: Societas Iesu, S. J. É uma congregação religiosa fundada em 1534 por um grupo de estudantes da Universidade de Paris, liderados pelo basco Íñigo López de Loyola, conhecido posteriormente como Inácio de Loyola. A Congregação foi reconhecida por bula papal em 1540. É hoje conhecida principalmente por seu trabalho missionário e educacional.

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Mergulho

Nestes dias em que a mídia está quase toda voltada para os desfiles de Carnaval de Norte a Sul do país, matéria do jornal O Estado de São Paulo, de domingo 10 de fevereiro traz como manchete: Analistas tem dúvidas sobre sinais do Banco Central.

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Assim se passaram dez anos

Na mensagem anual do governo encaminhada ao Congresso Nacional na abertura dos trabalhos legislativos deste ano, a presidente Dilma Rousseff reconhece que o PIB de 2012 "ficou aquém do esperado". Mas, em seguida, ressalva que "fechamos o ano com indicadores que nos afastam e diferenciam substancialmente do cenário vivenciado por muitos países, inclusive os mais desenvolvidos". Ao engatar esta segunda marcha, a presidente procura neutralizar o impacto negativo quando da divulgação do crescimento da riqueza nacional em 2012. O Produto Interno Bruto por tudo que vem sendo aos poucos anunciado deverá ficar aquém de 1%.

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Presente de Natal

A notícia deste domingo 16 de dezembro, foi que a Caixa Econômica Federal talvez tenha que assumir a gestão da Rede Energia, sob intervenção da Aneel desde agosto passado, em razão de dívida de cerca R$ 10 bilhões. Cláusula do contrato de investimento assinado pela Caixa quando investiu na empresa assim determina. A Rede Energia possui oito distribuidoras que cobrem 34% do país e atendem 10% da população em seis Estados.

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E o mundo não se acabou

O fim do mundo já aconteceu, foi neste dia 11 de dezembro, alguém percebeu? Para quem esteve no colégio e não faltou as aulas de Aritmética e sabe fazer as quatro operações, vale até contar nos dedos da mão, se tiver os dez. Tem um cara que não consegue. Para este o fim do mundo aconteceu no dia 11, dia em que começaram os ensaios da mais nova dupla da parada de sucessos, Marcos Valério & Carlinhos Cachoeira. Imagine quando soltarem a voz.

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O mercado sabe

No artigo escrito no dia 6/11/12 que levou o título de Pintaram e bordaram fiz uma análise sobre a Petrobrás e a que ponto chegou. Abordei até a possibilidade de haver um colapso no abastecimento no período de fim de ano por três motivos 1) o consumo recorde de gasolina 2) a falta de capacidade interna de produção, e 3) problemas de infra estrutura de armazenagem e distribuição.

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Pintaram e Bordaram

A Economia é uma ciência delicada e sutil, quando se mexe em algo seja para retrair ou para expandir, saber se deu certo só se saberá muito tempo depois. Desde que outros atos sejam também realizados. Durante muitos anos, principalmente no final do século passado foram colocados, tijolo por tijolo, para construir o grande prédio que é chamado de Petrobrás, uma das grandes empresas do mundo. Vieram várias crises, mas a empresa esteve firme, detentora de tecnologias e quadro funcional da maior qualidade. Pois bem, a maior jóia da coroa da União virou uma grande financiadora. Nada a ver com o seu objetivo primordial. Não havia evento artístico ou publicitário que não tinha o seu patrocínio. Com o auge de gastos no período 2003 à 2010. O seu Conselho de Administração virou sinecura dos ungidos pelo novo governo. Para ser nomeado não necessitava-se entender de alguma coisa do segmento de energia, prioritariamente nas áreas de exploração, produção, refino, comercialização e transporte de petróleo e seus derivados. Bastava saber sentar na cadeira e colocar sua assinatura no local indicado. Em outras estatais de energia a situação é semelhante.

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Esperando 2013

"Uma grande nação tem que ser medida por aquilo que faz por suas crianças e adolescentes, e não pelo Produto Interno Bruto", disse a presidente Dilma Rousseff diante de uma platéia de jovens, na 9ª Conferência Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, nesta última quinta-feira, 12 de julho. No mesmo dia, o Banco Central divulgava que a economia brasileira ficou praticamente estagnada no mês de maio. A frase da presidente deve ser entendida como uma afirmação que a economia não crescerá no segundo semestre, como anteriormente havia afirmado o ministro da Fazenda. As ações até agora tomadas não surtirão efeitos e a presidente está dando por encerrado o ano de 2012.

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Está tudo calmo?

Nestes tempos em que a política brasileira está indo cachoeira abaixo, manda o bom senso ficar restrito a análises sobre a economia do Brasil, que estão sendo afetados pela crise mundial. O país que estava sendo visto como que passando ao largo de tudo, agora está sob outra ótica. Analistas internacionais estão vendo o país como se a festa do crescimento esteja chegando ao seu final e o país está vulnerável.

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Tudo Explicado

Em dois dias estão sendo divulgados dados muito interessantes para economia brasileira e mundial. Embora distante, a crise da Grécia, com um pé quase fora da zona do Euro, vai se refletir aqui no Brasil. O primeiro momento já é sentido na Bovespa, que está em queda na faixa dos 54 mil pontos. Já o Dólar está em R$ 2, 04, tendo chegado neste dia 23 em R$ 2,10.

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Uma data móvel

A Associação Comercial de São Paulo mantém um painel visível para os que passam em sua frente e com os mesmos dados em site (www.impostometro.com.br) sobre o que está sendo arrecadado em tributos no país. Tudo em tempo real. No momento que escrevo a arrecadação medida está em R$ 575,3 bilhões, equivalentes a R$ 2, 817 milhões, por minuto. A velocidade é tal que foi criada a data comemorativa de 25 de maio como o Dia da Liberdade de Impostos.

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Ellīnikī́ Dīmokratía

Você que é bem informado já deve ter ouvido falar em Chryssí Avguí, ou em Laïkós Orthódoxos Synagermós, quem sabe em Dimokratiki Aristera, se não conhece estes nomes talvez em PASOK ou Syriza. Nenhum destes nomes lhe é familiar? Vou dar mais uma dica e tenho certeza que vai acertar, lá vão mais nomes, Nikoláos Michaloliákos, Georgios Karatzaferis, Antonis Samaras, Evangelos Venizeloso ou Alexis Tsipras. Tenho certeza que agora se situou e já sabe de onde estou falando. Acertou, é lá mesmo na velha Grécia dos noticiários econômicos e políticos.

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A Banca ganha

Desde o início do ano estava na gaveta do Ministério da Fazenda uma Medida Provisória para alterar as regras de remuneração da Caderneta de Poupança estabelecidas pela Lei nº 8.177, de 1991. O texto até então adormecido tinha como base outro de 2009 do governo anterior, que pretendia não só alterar as regras de remuneração, como tributar pelo Imposto de renda, os rendimentos acima de 50 mil reais. Na ocasião a reação foi negativa e com ampla repercussão que o governo teve que recuar. No texto da MP 567/12, enviada este mês ao Congresso, só procura alterar os rendimentos. O governo não incluiu a possibilidade de tributar rendimentos. Por enquanto deixou de lado, mas o assunto não está esquecido, não há clima para tanto.

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A Fotografia do PIB de 2011

O Produto Interno Bruto de um país é o valor de toda a riqueza gerada em um determinado período, normalmente medida por trimestre e seu total em um ano civil. No caso brasileiro o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística-IBGE é que faz o calculo sobre toda a cadeia produtiva do Brasil, excluindo do que um setor produz o total de matérias-primas adquiridas de outros setores da economia. Assim se chega à soma do que cada setor gerou de riqueza. A soma é o total do PIB de todo o país e também o crescimento econômico de cada setor.

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Ai se os pego

A notícia da semana que antecedeu o carnaval foi que o governo prepara mudanças na tributação do Imposto de Renda sobre as aplicações financeiras de renda fixa, como fundos de investimentos e CDBs. Os estudos sobre essas futuras normas estão sendo feitos pelo Grupo de Trabalho do Mercado de Capitais, que avalia medidas de aperfeiçoamento do mercado. O grupo é formado por representantes do Ministério da Fazenda, Banco Central e Comissão de Valores Mobiliários (CVM). O objetivo é desestimular, por meio de um imposto mais alto, as aplicações que acompanham o sobe e desce da taxa básica de juros, a Selic. O governo quer fazer os investidores migrarem para aplicações com correção prefixada ou atrelada à inflação.

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A volta ao passado

Quando se pensa que cabeças inteligentes vão encontrar novos caminhos para a economia, eis que surgem "iluminados" com idéias do século 18. Pois bem, foi realizado um debate pelo Instituto Mises na Fecomércio-SP, cujo tema foi "Por que acabar com o banco central”. O tema do foi importado das idéias do pré- candidato republicano à presidência dos Estados Unidos, Ron Paul. O Instituto Mises editou no Brasil o livro de Paul que tem o título” O FIM DO FED". Para lembrar, Fed é o Banco Central americano.

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As cidades fantasmas

Com o título que aproveito para este artigo, a Televisão australiana SBS fez uma reportagem sobre o fantástico crescimento imobiliário chinês, onde especula sobre isso ser uma grande bolha. A reportagem, que pode ser vista no You Tube, entrevista o analista Gillem Tulloch que faz estudos sobre o mercado imobiliário chinês, informa ser de 64 milhões o número de apartamento vazio com perspectiva da taxa de ocupação se situar nos próximos cinco anos em apenas 25%. Como exemplo é a cidade de Daya Bay, que foi construída para 12 milhões de habitantes e tem 70% das unidades desocupadas.

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O Real e o Euro

Neste dia primeiro de janeiro de 2012, o Euro completou dez anos como moeda corrente da maior parte da União Européia. A década se concluiu envolta em um cenário de crise econômica. Em 2011, o Euro como moeda única enfrentou o ápice da crise das dívidas soberanas, mas não sofreu a queda temida e conseguiu resistir em relação ao dólar. A queda na paridade com a moeda americana foi de apenas 2,3%, apesar de todas as dúvidas sobre sua resistência. Convém lembrar que o dólar andou também cambaleando no ano que passou.

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O Pagador de Contas

A FIFA, que organiza a Copa do Mundo, tem reclamado publicamente do atraso nas obras dos estádios, mas principalmente nas de infraestrutura. Depois de muita pressão, o Governo Federal recuou e decidiu liberar verba do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) para obras de mobilidade e infraestrutura relacionadas à Copa do Mundo de 2014. A decisão foi publicada no Diário Oficial do dia 28 de dezembro, no apagar das luzes de 2011. Desta forma a Caixa Econômica Federal, que administra o FGTS, vai liberar até R$ 4 bilhões, incluídos no PAC 2 (Programa de Aceleração do Crescimento). Tudo sem muito alarde. Afinal está quase todo o país em ritmo de semi-férias, sempre nessas ocasiões é que mora o perigo.

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O ano do dragão

O ano de 2011 no horóscopo chinês foi o Ano do Coelho e a previsão de que seria de um período calmo. Mas não foi o que se viu ao redor de todo o planeta. O 2012 será o Ano do Dragão e como está escrito nas previsões "Um regresso magnífico após o ano de recuperação do coelho e também que os anos do dragão fogo são especialmente temidos, porque são mais destruidores do que os dragões de outros elementos. No ano do dragão, as fortunas, assim como os desastres, virão em ondas maciças. Os que fazem essas previsões deram apenas uma no cravo e muitas na ferradura. Se o Ano do Coelho foi considerado um ano calmo, imagine então o que será o Ano do Dragão."

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11 de Setembro de 2011

Dez anos depois, será lembrado no dia 11 de setembro de 2011, um domingo, os ataques terroristas contra as Torres Gêmeas do World Trade Center, em Nova York, e ao prédio do Pentágono, em Washington. Os ataques, não só abalou o centro do capitalismo mundial, como o cérebro do maior complexo bélico do mundo, situado na capital dos Estados Unidos. Muitos analistas acreditam que a turbulência na economia que está acontecendo nesta última década são reflexos daqueles acontecimentos e das decisões tomadas pelo governo americano tanto na economia como na política militar.

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Alterando o Matiz

Talvez os que lêem o que escrevo deve estar estranhando que os artigos estão sendo espaçados a cada postagem. É difícil ficar escrevendo sempre sobre o mesmo assunto. Parece um samba de uma nota só. Diariamente está se desenrolando o já escrito e também o que envio para os amigos, que chamei de Leitura do Dia. Esta tem sempre um prato principal, geralmente indigesto e para aliviar coloco uma entrada leve e depois como sobremesa algo de bom humor ou ironia, para a leitura não ficar tão pesada. Afinal “Rir é o melhor remédio".

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Coleção 2011/2012

O governo estará anunciando nos próximos dias a sua Política Industrial. Desta vez terá um nome diferente o de Política de Desenvolvimento da Competitividade (PDC). Abrangerá algumas desonerações sobre os encargos que incidem na folha de pagamento e muito pouco sobre a brutal carga tributária. Essa nova política do atual governo será a quarta em apenas oito anos.

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Leitura e releituras

No dia 27 de junho, reportagem publicada no Wall Street Journal aborda a falta de profissionais qualificados para suprir as necessidades das empresas em meio ao atual crescimento econômico do Brasil. As companhias multinacionais vêm adotando medidas extraordinárias para conseguir contratar de acordo com suas necessidades. Segundo o jornal, para compensar a escassez de talentos, muitas empresas “estão reforçando seus programas de estágios, gastando mais com treinamento e salários e trazendo trabalhadores de mercados em retração”.

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Clube dos Trilionários

Neste fim de semana, o ovo de Páscoa foi a informação divulgada pelo FMI que a dívida dos países ricos atingiu US$ 42 trilhões de dólares, representando 61% do PIB global. Este montante poderia ameaçar a recuperação da economia mundial e pertence a parte mais rica do planeta representada pelos Estados Unidos, Japão, Reino Unido e países da zona do Euro.

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Análise e Constatação

No último artigo, Os números vão aparecendo, mostrava os primeiros sinais do que havia acontecido nos últimos oito anos. Para complementar o escrito, abro um espaço para falar sobre a Dívida Pública Federal (DPF) de 2010 e uma breve analise para o ano de 2011. O Governo Federal emitiu em 2010, R$ 181,17 bilhões, destacando que R$ 42,92 bilhões foram para aquisição de ações da Petrobrás, R$ 104,75 bilhões em concessão de crédito para o BNDES, R$ 3,99 bilhões com o mesmo fim, para a Caixa e R$ 1 bilhão para o Banco do Nordeste do Brasil. Desta forma, a Dívida fechou o ano em R$ 1.694 bilhões, dentro do estimado para ano, que era um intervalo de R$ 1.600 a R$ 1.730 bilhões.

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Os números vão aparecendo

A notícia deste dia 25 de janeiro, feriado em São Paulo capital financeira do país, foi o anuncio que o Brasil fechou o ano de 2010 com um déficit na conta de transações correntes de US$ 47, 518 bilhões, segundo foi divulgado pelo Banco Central. O resultado equivale a 2,28% do Produto Interno Bruto (PIB).

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Começa agora 2014

O Site Comunique-se, em matéria assinada por Izabela Vasconcelos, informa o seguinte: “O grupo português Ongoing, detentor de ações na Ejesa - empresa que edita os jornais Brasil Econômico, O Dia, Meia Hora e Marca - contestou a queixa da Associação Nacional de Jornais (ANJ) e a matéria publicada nesta quarta-feira (01/12) na Folha de S. Paulo, que aborda a investigação do Ministério Público Federal e também faz outras denúncias contra a empresa. Segundo o Ongoing, a matéria apresenta “falsidades”.

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A volta do Efeito Orloff

Até fevereiro de 2000, o Federal Reserve - FED, o Banco Central dos Estados Unidos usava para a fixação das metas de inflação e a consequente taxas de juros, o Índice de Preços ao Consumidor (CPI). A partir deste período começou usar um novo índice onde eram expurgados fatores sazonais. O novo índice ficou conhecido pela sigla PCE (Personal Consumption Expenditures Price Index). O novo índice excluía ou atribuía no cálculo da inflação menor peso dos aumentos sazonais provocados por efeito temporário. Comum de acontecer na economia americana, por fatores climáticos sobre os preços dos produtos que fazem parte do grupo alimentação ou no caso da energia.

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O caldeirão está fervendo

Não se passou sete dias do término da eleição presidencial e o caldeirão de maldades onde são preparados os suplícios para a população já começou a ferver. O governo federal atual e o seguinte, já estão pensando em aumento da arrecadação tributária. Como ventríloquo, o governo usa para o primeiro balão ensaio público, os governadores recém eleitos.

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Os números falam

Encerrado o segundo turno e sendo vitoriosa a candidata oficial, vale fazer uma breve análise sobre o que aconteceu neste último dia 31 de outubro e o que está por vir. Segundo os dados oficiais do Tribunal Superior Eleitoral-TSE, representando 99,99% dos votos apurados, temos que candidatura da futura presidente cresceu em relação ao primeiro turno em 17%, representados por 8.101.059 dos votos considerados válidos.

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Ainda a dívida pública

Em artigo com o título "Divida pública" na Coluna Opinião Econômica do Jornal do Comércio (RS) de 27 de outubro, o ex-ministro da Fazenda e do Planejamento, Delfim Neto diz o seguinte: "Qualquer dúvida sobre estas, leva os credores a exigirem uma taxa de ‘risco' maior, o que eleva os juros. Aqui, a ‘qualidade' do financiamento é um fator muito importante. Como de fato o que interessa é a relação dívida/ PIB, é claro que o outro fator é a taxa de crescimento do próprio PIB. Em outras palavras, o que importa é a relação entre o crescimento da dívida (que depende do déficit primário e da taxa de juros) e o crescimento do PIB. Se a expectativa de crescimento da dívida for maior do que a do PIB, a relação crescerá e levará a uma tendência do aumento da taxa de juros. Isso exigirá um superávit primário maior (aumento dos impostos ou corte das despesas)."

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O mercado que se cuide

Matéria constante no Site IG da sexta-feira, dia 22 de outubro, informa que acionistas controladores da empresa Vale S.A. discutem a sucessão do presidente, Roger Agnelli. Para público externo está sendo ventilado que Agnelli, após dez anos no comando da empresa cumpriu um ciclo importante na Vale devendo ser sucedido para não enfrentar um desgaste natural do cargo.

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O Dia 3 de Outubro

Neste próximo dia 3 de outubro os eleitores do país vão escolher por quem serão governados nos quatros anos que começam no primeiro dia de 2011. Poderemos ter no inicio do mandato de forma aparente a continuidade do mesmo modelo existente desde janeiro de 2002. Modelo de governo que por fatores externos pegou um período de bonança internacional. Acumulou gordura para enfrentar as intempéries de 2008 e 2009, graças a uma base a duras lutas conquistadas a partir de 1999. Poderia ter sido muito melhor.

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A Salamanca do Jarau e a Ilusão

Neste penúltimo fim de semana de agosto um dos truques utilizados pelo governo para obter financiamentos veio à tona. O jornal O Estado de São Paulo em reportagem mostrou que preços da gasolina e do diesel no Brasil estão prestes à completar dois anos com valores acima das cotações internacionais. Trata-se do período mais longo de alta desde a liberação do setor, em 2002, garantindo à Petrobrás uma receita adicional de R$ 24,7 bilhões, segundo cálculos do Centro Brasileiro de Infra-Estrutura (CBIE).

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Uma visão de 2014

Aconteceu nesta sexta-feira e nem era aquela do dia 13, mas que foi de mau agouro, lá isso foi. Houve queda de energia no Aeroporto Internacional Salgado Filho, em Porto Alegre. Embora os geradores tenham sido acionados, os passageiros não puderam fazer seus check-ins por cerca de três horas. Para ajudar com más notícias o IBGE divulgou os dados sobre o saneamento básico brasileiro. Ficando o Rio Grande do Sul com 15,1% de suas cidades com tratamento de esgotos, abaixo da média nacional de 28,5%. Bem distante dos 78,4% do Estado de São Paulo.

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Paraíso ao Sul do Equador

Começaram a serem divulgados os balanços dos bancos brasileiros, todos com números estupendos. Citando apenas dez bancos brasileiros grandes e médios, sendo um não comercial, o lucro, crescimento e valor das carteiras do primeiro semestre de 2010 são espetaculares, como pode ser visto abaixo:

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A conta do Novo Milagre

Em recente artigo o jornalista Josias de Souza informa que o presidente vai usar na eleição que seu governo não tem UM Plano de real como teve seu antecessor que venceu as eleições de 1994 e 1998, mas que tem TRÊS. Distribuição de Renda, Crescimento Econômico e Estabilidade, são os "três planos reais" que o presidente acredita dispor para esta eleição de 2010.

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2011: O ano cinzento I

Desde já logo aviso é um longo artigo. Começo recordando clássica obra do jurista e acadêmico, Raimundo Faoro, "Os Donos do Poder". Neste livro o autor buscou sua inspiração em Max Weber, mas não seguiu uma direção marxista ou nacional-populista.

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2010 com emoção

Estas duas semanas que restam de abril serão de fortes emoções para o mercado financeiro. Os olhos e ouvidos estarão voltados para o dia 28 quando o Comitê de Política Monetária (Copom) fixará a taxa de juros básica (Taxa Selic).

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Um cobertor curto

No dia 18 de março o governo anunciou um bloqueio orçamentário de R$ 21,8 bilhões de reais, em virtude da possibilidade que as receitas previstas para 2010 não aconteçam. Representa algo em torno de 1,2% do orçamento da União para 2010. O que nos leva fazer uma breve análise deste Orçamento Geral da União (OGU) no que diz respeito aos gastos para este ano.

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Esperar para ver

Dois destinos turísticos ao final de 2009 e neste inicio de 2010 sofreram o fim da crise global. Estou falando de Dubai e da Grécia. O primeiro, um Emirado semi-autônomo integrante dos Emirados Unidos, destino turístico dos muito ricos e outro um país de ilhas que enchem os olhos de até dos não tão ricos que chegam lá.

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Os fóruns de Janeiro

No dia 27 deste mês de janeiro de 2010 começam dois encontros mundiais. Aqui no Brasil, na cidade de Porto Alegre é dado o início ao décimo aniversário do Fórum Social Mundial (FSM) e na Suíça, em Davos, comemora-se o 40 anos do Fórum Econômico Mundial (FEM).

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Um verão quente

Neste primeiro dia de verão, o Jornal do Comércio (RS) informa em sua matéria de capa que a Dívida Pública Bruta brasileira em outubro atingiu R$ 1,98 trilhão, o que representa 66% do PIB do país. Este montante inclui as três esferas de governo (Federal, Estadual e Municipal), não estão incluídas as estatais, como Petrobrás e Eletrobrás.

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Mea culpa

Em 26 de julho de 2007 escrevi um artigo que levou o título de "Novo recorde na Bolsa", no qual afirmava que o Ibovespa atingiria no final daquele ano 60.000 pontos. Em 27 de setembro do mesmo ano, não só recorde foi quebrado como chegou aos 61.000 pontos. No artigo, da mesma data, "A confirmação" fiz a mea culpa confessando o meu erro. O recorde havia sido antecipado.

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Arrecadação Perfeita, Gastos Imperfeitos

Bastaram os primeiros sopros de alívio da crise global no Brasil para o governo querer cobrar da sociedade mais tributos. Começa a fúria arrecadadora pelo pedido do ministro da Cultura, João Luiz Silva Ferreira, conhecido como Juca Ferreira, pela criação de tributo para incentivar a leitura no país, por livros mais baratos.

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Um dia 24 de agosto

Passava pouco depois da 9 horas da manhã, quando começamos a ouvir o barulho de passos dos alunos das outras salas de aula no corredor. Não estava na hora do recreio, e não havia a algazarra costumeira. O que aconteceu, pensávamos? A resposta não tardou, entrou na sala alguém da direção, que após algumas palavras ao professor, disse que as aulas estavam suspensas.

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Tintim

O cenário do fim deste ano está sendo montado. O índice da bolsa de valores deve chegar aos 62.000 pontos. Agosto, o conhecido mês do desgosto, pode trazer surpresas muito agradáveis para investidores do mercado de ações. Os motivos começam aparecer.

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A história do Plano Real

Neste dia 1º de julho completa-se quinze anos da implantação do Plano Real, a melhor vitória sobre a inflação.

No século passado, em sua segunda metade, esteve repleta de ações frustradas no combate a inflação, tanto que esta se tornou endêmica.

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Aumento da tributação

Governo publica reajuste do imposto dos combustíveis no Diário Oficial
09/06/2009 - 09:56 - Agência Brasil
Brasília - Está publicado na edição de nesta terça-feira (9) do Diário Oficial da União o reajuste da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide), imposto que incide sobre os combustíveis. Ontem, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, havia anunciado a queda no preço dos combustíveis, mas, com a alta do imposto, somente o preço do diesel terá redução nas bombas.

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As boas e más notícias

Esta última quinta-feira de maio foi para valer. Finalmente a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) parou de ensaiar e rompeu o patamar de 53 mil pontos no fechamento. Algo que não acontecia desde setembro do ano passado, que marcou o início da pior fase da crise financeira internacional.

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A última virgem conquistada

Após ler a notícia de hoje (14) do Estadão, releia os artigos que escrevi onde digo os verdadeiros motivos da tributação da Poupança. Qualquer outra explicação vinda dos ministro e do presidente, são meras cortinas de fumaça para enganar incautos. Como dizia um erudito professor universitário "São tertúlias flácidas para adormecer vacum"´, ou no popular "É conversa mole para boi dormir".

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A última virgem

Está existindo um mal estar geral nos investidores brasileiros. Há uma insegurança pairando no ar. Afinal o país está sólido como diz o presidente, a ponto de podermos conceder um empréstimo ao Fundo Monetário Internacional - FMI? Ou estamos prestes a enfrentar uma borrasca em que muitos irão soçobrar?

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Das cinzas como uma Fênix

Nesta quarta-feira de cinzas, 25 de fevereiro, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, se reuniu com o secretário do Tesouro, Timothy Geithner e congressistas para tratar da reforma da regulação do sistema financeiro americano. Na ocasião o presidente disse: “... deixem que eu seja claro, a escolha que enfrentamos não é entre uma economia opressiva dirigida pelo governo e um capitalismo caótico e implacável". Prosseguiu, “ao contrário, mercados financeiros fortes demandam regras claras, não para obstruir instituições financeiras, mas para proteger consumidores e investidores".

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O retorno da Velha Senhora

Esta crise tem trazido à tona muitas fraudes e manipulações que vinham sendo camufladas por nomes de instituições financeiras ditas sólidas, experientes e acima de qualquer suspeitas. Até países considerados sólidos estão sofrendo revezes, o que dizer dos que são mal e demagogicamente administrados.

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Freada de Arrumação

Ontem, dia 11 de dezembro, as agencias de notícias diziam que o Equador declararia moratória de sua dívida externa, pela terceira vez em 14 anos. A alegação desta vez, é que há irregularidades em 39% da dívida, que segundo uma auditoria realizada pelo governo apresentam indícios de ilegalidade e ilegitimidade em sua renegociação.

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Coisas da Marolinha

Faltam pouco para o Natal, e de repente começam a pipocar boas notícias para o honesto trabalhador brasileiro. De repente, não mais do que repente, como dizia Vinicius de Moraes, o governo pensa em dar de presente, talvez já em 2009, uma correção na tabela do imposto de renda. Este imposto que até depois de morto se paga.

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Até a próxima crise

A edição do conhecido jornal de finanças Wall Street Journal traz na sua edição deste dia 20 de novembro, a matéria onde afirma que quinze executivos de grandes firmas financeiras e construtoras levaram cada um, mais de US$ 100 milhões em compensações e dividendos de ações antes de explodir a atual crise dos mercados.

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Um bom ano novo

Para relembrar o que aconteceu nesta última sexta-feira, as ações da Sadia, cuja participação no Ibovespa é de 1, 04%, caíram 35,48%. A empresa foi a primeira a anunciar no dia anterior, que perdeu R$ 760 milhões no mercado de câmbio.

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Reforma mais do que necessária

Em meados de agosto deste ano o ex- economista do Fundo Monetário Internacional, Kenneth Rogoff, atualmente professor de Economia da Universidade de Harvard, disse numa conferência em Cingapura que a economia americana ainda não saiu do perigo como alguns acreditam. Foi mais além afirmando "Nós vamos ver um grande banco quebrando, um dos grandes bancos de investimento, e outro grande banco".

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Cambio

A revista colombiana Cambio publicou hoje que a presença das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) no Brasil "chegou até as mais altas esferas" do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ao PT, aos líderes políticos brasileiros e ao Poder Judiciário.

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Exumações

Não defendo torturador, mas sabe-se como essas revisões com intuito punitivo começam, não se sabe como acabam. O período que querem rever é muito amplo, vai de 1964 à 1985. Está sendo visto apenas um lado, não está sendo visto o outro lado que também abusou da violência e outras coisas, que não veio a público e não se sabem, pois ninguém teve coragem de dizer e de assumir.

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Sem Efeito Orloff

Depois de 129 dias de conflito com produtores agrícolas, bloqueio de estradas, e desabastecimento nas principais cidades do país, principalmente na capital, e após uma inédita derrota no Senado, o governo da Argentina através de um decreto da presidenta Cristina Kirchner, retira os motivos que levaram a um embate com a oposição e a maioria da população.

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Efeitos da economia na moda

A edição de Outono/Inverno 2008 de Londres sofreu com a ausência de compradores de algumas das principais lojas de departamento dos Estados Unidos. O que levou o evento a se tornar comercialmente menos interessante do que os outros semelhantes, como Milão, Paris e Nova York.

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A conta é nossa

Após cinco anos e alguns meses na condução do país, finalmente o governo anuncia o seu plano de desenvolvimento industrial para o Brasil, que leva o nome de Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP). Para financiar essa Política haverá linhas especiais do BNDES estimadas em R$ 210,4 bilhões até 2011, no mesmo período, a renúncia fiscal e a desoneração parcial da folha de pagamentos será de R$21,4 bilhões. Fica claro que estes estímulos serão supridos por uma elevação de tributos em outras áreas.

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O efeito Lugo

Poucas horas após a confirmação da eleição para presidente do Paraguai do ex-bispo Fernando Lugo, já havia manifestações do governo brasileiro sobre os preços da energia gerada pela empresa binacional de Itaipu. A primeira manifestação veio do presidente Lula, dizendo que não haveria mudanças. Logo a seguir, o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, informava que o valor pago pelo Brasil poderia ser rediscutido. Voltava o estilo morde e assopra tão característico do atual governo. O estranho é ver as mais altas autoridades brasileiras se manifestarem em favor do Paraguai, em detrimento do Brasil, e sobre um a promessa de campanha do presidente eleito do país vizinho, que ainda não tomou posse.

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O embrulho cambial

As medidas anunciadas pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, nesta última quarta-feira (12), e possivelmente a vigorar a partir do próximo dia 17, traz estímulos pequenos, diga-se de passagem, ao setor cambial, e um problema para a administração da dívida pública interna.

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Recado de 2007 para 2008

Faz muito tempo que deixei de fazer retrospectivas sobre o ano que se encerra ou exercícios sobre o ano que se segue. Mas não poderia deixar de comentar alguns dados que aconteceram em 2007 e outros que virão. Afinal tem sido dada pouca atenção pelos especialistas em economia e de mercado, principalmente sobre o que atinge a todos os brasileiros.

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Quarenta anos depois

A Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul - Puc/RS, uma das maiores universidades particulares do país, tem origem na Faculdade de Ciências Políticas e Econômicas, fundada em março de 1931, para os alunos do Colégio Nossa Senhora do Rosário, mantido pelos Irmãos Maristas, que pretendiam continuar seus estudos superiores.

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A vez das aves

O gigante americano do ramo de alimentos, Tyson Foods, pretende entrar no mercado industrial brasileiro pela aquisição do frigorífico Pena Branca, em São Paulo. Fará no país a sua base produtiva para atender o mercado mundial. A empresa pretende investir fora dos Estados Unidos, e a aquisição faz parte da estratégia de crescimento das vendas, dos atuais US$ 3 bilhões para US$ 5 bilhões até 2010.

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Eficiência às avessas

Interessante esta afirmação do ministro. A terceirização do governo anterior soube ser muito bem aproveitada pelo governo atual que repassou recursos, sem nada fazer, para as ONGs. Tanto isso é verdade que está para ser instalada uma CPI para averiguar o que aconteceu.

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A confirmação

"Nos últimos dias de julho e nos primeiros deste mês parecia que no mercado de ações estava acontecendo o prenúncio do apocalipse financeiro. Vozes ao redor do mundo prenunciavam o início da recessão americana, tendo em vista que o mercado subprime americano estava fazendo água, a economia americana e conseqüentemente a mundial seriam contaminadas. Aconteceu uma queda generalizada não só na bolsa de Nova York, mas em todas ao redor do mundo, inclusive aqui no Brasil. Tudo por causa do mercado subprime americano."

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No tempo certo

Já havia escrito que o carro-chefe de um programa de desenvolvimento viria pelo biocombustível brasileiro. Nos Estados Unidos, já começaram as mudanças pela substituição deste combustível derivado do milho.

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O brasileiro e seu endividamento

Peço que leia a matéria de ontem, 11, da Agência Estado, e depois a seguinte, da Revista Veja desta semana. Afinal, hoje acontece o julgamento do senador Renan Calheiros. Convém lembrar que os números abaixo referem-se apenas a aposentados e pensionistas pelo INSS. O montante é muito maior, pois envolve empréstimos concedidos, dentro do mesmo modelo, para os igualmente aposentados e pensionistas do serviço público federal, estaduais e municipais. Além dos trabalhadores em atividade.

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O custo da violência (2)

"Estudo divulgado neste mês de junho pelo Ipea - Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, elaborado por Daniel Cerqueira, Rute Rodrigues, Alexandre Ywata de Carvalho, do Ipea, e Waldir Lobão, da Escola Nacional de Ciências Estatísticas - Ence/IBGE, traz a público outra face do crime e da violência que assola o país já por muitos anos".

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Os sem sigilo fiscal

Ao final do mês de junho foi anunciada a venda da Serasa. Os seus principais controladores, os bancos Bradesco, Itaú e Unibanco, anunciaram que a empresa britânica Experian havia adquirido 65% do capital da Serasa. Essa aquisição teve mais impacto na Inglaterra do que aqui no país, que seguiu a sua rotina. Vários jornais ingleses perceberam o alcance desse negócio.

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O aprendizado de agosto

No artigo "Ganhadores e perdedores", aqui neste espaço postado em 20 de agosto de 2007, consta o seguinte trecho: "Voltando às bolsas, no caso brasileiro, os assustados pequenos investidores em ações ficarão com o prejuízo. Vale lembrar que o dinheiro não desaparece, busca sempre outras novas oportunidades. Os mais experientes seguraram a venda de ações e voltarão a comprar, aguardando a volta da serenidade. Tanto isso é verdade, que o efeito manada de fazer resgate de cotas de clube e fundos de ações, obrigou os administradores se desfazerem de ações para efetuar os pagamentos. Mas um olhar mais atento também permitiu verificar que os compradores dessas ações eram as próprias tesourarias das instituições financeiras que administram esses clubes e fundos. O que leva a seguinte conclusão: as ações voltarão a subir”.

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Ganhadores e perdedores

Não seria surpresa se na próxima reunião do Copom, a se realizar nos dias 4 e 5 de setembro, a decisão sobre a taxa de juros básica se mantivesse com viés neutro, mantendo a mesma taxa da reunião anterior, interrompendo a trajetória de queda da Selic. Afinal está piscando uma luz amarela de atenção no tráfego financeiro internacional.

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Novo recorde na bolsa

Nos últimos dias de julho e nos primeiros deste mês parecia que estava acontecendo o prenúncio do apocalipse financeiro no mercado de ações. Vozes ao redor do mundo prenunciavam o início da recessão americana, tendo em vista que o mercado subprime americano estava fazendo água, a economia americana e, conseqüentemente, a mundial seria contaminada. Aconteceu uma queda generalizada não só na bolsa de Nova York, mas em todas ao redor do mundo, inclusive aqui no Brasil. Tudo por causa do mercado subprime americano. Afinal, o que é esse mercado subprime que a mídia toda fala?

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No fim, o caos

“No princípio, era o caos, então foi feita a luz e a luz era boa...”, assim, de forma adaptada, está no Livro Gênesis. Tudo isso vem a propósito com o que está acontecendo neste país. São alguns fatos aparentemente estanques, mas que têm uma forte ligação entre si.

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Na hora errada, no lugar errado

Bom Dia Brasil, TV Globo, esta manhã: depois que os apresentadores mostraram notícias da queda do avião da Tam, eles anunciaram os comerciais. E, no meio do bloco de anunciantes, vem o novo comercial da Peugeot, substituindo aquele da sátira "relaxa e compra", convidando os consumidores a trocar o caos dos aeroportos pelos "aviões" da montadora.

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Uma fresta que se abre

Desde julho do ano passado vem se arrastando a finalização do Acordo de Doha, resultado da reunião no Dubai, em novembro de 2001. Os Estados Unidos e a União Européia têm pressionado uma centena e meia de países para que abram os seus mercados, mas fazem pouca concessão com relação aos subsídios dados aos seus produtos agrícolas.

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O custo da violência

Estudo divulgado neste mês de junho pelo Ipea - Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, elaborado por Daniel Cerqueira, Rute Rodrigues, Alexandre Ywata de Carvalho, do Ipea, e Waldir Lobão, da Escola Nacional de Ciências Estatísticas - Ence/IBGE, traz a púlico outra face do crime e da violência que assola o país já por muitos anos.

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O Risco-país

A notícia desta semana é que a agência de classificação de risco japonesa, Japan Credit Rating - JCR, elevou a nota da dívida de longo prazo do Brasil em moeda estrangeira para BBB- e a nota da dívida local para BBB. Por outro lado as principais agencias de análises de risco, Standard & Poor’s, Moody’s e Fitch, ainda não o fizeram.

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O pior investimento

No meio do noticiário deste carnaval, de destaques semi nuas, baterias, carros alegóricos, apareceu perdida no meio de plumas e lantejoulas uma matéria de economia, parecia um folião do bloco do “Eu sozinho”, tinha como título “O FGTS foi o pior investimento desde o Plano Real”. Antes de fazer algum comentário, cabem alguns esclarecimentos, hoje bastante esquecidos.

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Convidado Indesejável

O Brasil não deve convidar para visitar o país, o atual presidente da Bolívia Evo Morales, trata-se de uma visita muito cara. Entretanto, prevaleceu a insistência do trio que toca as relações externas do Brasil, o resultado foi que mais uma vez o país ser prejudicado.

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Previdência, infra-estrutura e FGTS

No artigo “Um óbvio ululante” postado neste espaço em 28/07/2006, explicava sobre o famoso déficit da Previdência Social. Para quem está agora lendo este artigo e contribui para o INSS, como empregado ou autônomo, ou se é aposentado ou pensionista, não esquecendo a quem cabe a maior parte, o empregador, sugiro a releitura do artigo.

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Decola Brasil

Como quem não quer nada, o governo vem exorcizando os quatro anos do primeiro mandato. Está sendo varrido para baixo do tapete tudo o que aconteceu sobre desenvolvimento do país. A formação do novo governo e a participação dos principais partidos políticos é a cortina de fumaça para encobrir os pífios resultados da economia.

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A malha fina previdenciária

A Previdência Social fechou o mês de outubro com um déficit de R$ 3,04 bilhões, o que totaliza no ano R$ 37,4 bilhões. Deverá fechar 2006 com um déficit de R$ 41 bilhões. Comparando o arrecadado e o gasto de outubro de 2006 com igual mês de 2005, houve uma redução de 5,6%. Não sinaliza uma tendência, mas pode ser o início de uma estabilização.

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Como será o amanhã?

Entramos nesta primeira quinzena de novembro sob três aspectos que estão altamente interligados. O primeiro deles se refere à vitória do Partido Democrata nos Estados Unidos que terá reflexos sobre os países emergentes e engessará o restante mandato do presidente americano.

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Pelo retrovisor

Muitas vezes em meus artigos não posso ser muito claro, procuro escrever de forma que o leitor chegue as suas próprias conclusões. Em outro artigo chamava a atenção sobre não ter sido possível a entrada em funcionamento de seis termoelétricas por falta de gás, o que obrigou o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) a suprir as necessidades de energia via fornecimento pelas hidroelétricas. Mesmo sabendo que os reservatórios estão pela metade, já que não choveu o suficiente para dar tranqüilidade.

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Uma defesa solitária

De forma solitária, o ministro da Fazenda, Guido Mantega afirmou nesta última quinta-feira, 28/09, que o Produto Interno Brasileiro (PIB) crescerá 4% neste ano de 2006. O Banco Central no mesmo dia havia se rendido aos fatos e anunciou uma revisão para baixo, estimando um crescimento de 3,5%.

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PIB aqui e lá

O Instituto Nacional de Estatística e Censos (INDEC) da Argentina, equivalente ao nosso IBGE, divulgou que o Produto Interno Bruto daquele país registrou um crescimento no mês de julho de 1%. Desta forma o acumulado de 2006 está em 8,5%. Comparado com o mês de julho de 2005 o crescimento foi de 9,1%.

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Leitura de uma pesquisa

O IBGE divulgou neste dia 15 de setembro o resultado da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) que em 2005 entrevistou 408.148 pessoas em 142.471 domicílios em todas as Unidades da Federação. Somente a coleta dessas informações envolveu uma equipe com cerca de duas mil pessoas.

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Quero entender

Em visita a feira Rio Oil & Gás, o presidente da Petrobrás José Sérgio Gabrielli admitiu a possibilidade de haver reajuste nos preços da gasolina, apesar de haver queda no preço do barril de petróleo no mercado internacional.

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Com sufixo diminutivo

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), na véspera do Dia da Independência do país, revisou para baixo a estimativa do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) para 2006, de 3,8% para 3,3% . A principal razão apresentada foi a variação de 0,5% no 2º trimestre do ano. Entretanto acredita, o órgão, que no segundo trimestre haverá uma elevação de 4,3%, o que fará com que o PIB cresça 3,3%.

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Efeito mágico

Não é gabolice e nem tampouco ser repetitivo, apenas volto a artigos já postados aqui neste espaço para mostrar que quem lê o que escrevo e acompanha os meus artigos sabe que vou anunciando as medidas que terão reflexos futuros na economia, nas empresas e nos indivíduos. Quem sabe aproveitar meus escritos pode antecipar os acontecimentos.

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O apagão anunciado

“O Conselho Brasileiro de Infra-Estrutura e Energia (CBIE) divulgou hoje que o Brasil está sujeito a um novo racionamento de energia. E que este racionamento virá em 2009, dependendo do crescimento da economia. Por mais paradoxal que seja, graças a ter crescido em 2005 em apenas 2,5%, segundo se estima, o racionamento foi adiado para daqui a três anos. Pois se crescesse em torno de 5%, o apagão já viria em 2008. Há falta de gás no país, caso fossem ligadas todas as termoelétricas do Sul, Sudeste e Centro-Oeste, conseguir-se-ia acionar apenas 54% da capacidade instalada. No Nordeste, cai para 30%, e a Bahia já convive hoje com racionamento de gás.”

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Ano Santo Eleitoral

A Igreja Católica, copiando o que acontecia com os judeus que tinham o Ano da Graça, criou no ano de 1.300 um Jubileu que passou a se chamar de Ano Santo. Na ocasião o Papa Bonifácio VIII estabeleceu que as celebrações devessem ser de cem em cem anos. Entretanto os seus sucessores alteraram essas regras, até que em 1.470 Paulo II fixou o intervalo para 25 anos, confirmado definitivamente por Alexandre VI em 1.500. Desta forma a cada 25 anos a Igreja concede graças espirituais especiais.

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Pouco tempo para crescer

A valorização do Real, além de causar a redução dos postos de trabalho e fechamento de indústrias, está levando o país a perder sua posição de destaque na América Latina. Houve diminuição da competitividade brasileira, que acabou abrindo espaços para a ocupação das indústrias chinesas.

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Um entusiasmo a se dissipar

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, em palestra realizada em São Paulo, avaliou que para o próximo mandato, a taxa de juros reais poderá cair para a metade do que se verifica hoje. Ou seja, poderia cair para cerca de 5%, já que as condições econômicas levam a isso. Com isso, na visão do ministro, o Brasil faria parte de um grupo seleto de países emergentes mais privilegiados.

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Um óbvio ululante

Neste último dia 27 de julho, em entrevista a Rádio CBN, o candidato-presidente Lula informou que encontrou a fórmula para solucionar o déficit da Previdência Social, leia-se INSS. O déficit está estimado em R$ 43 bilhões para o ano de 2006. A fórmula presidencial é que o mesmo seja coberto pelo Tesouro Nacional, já que o rombo é de sua responsabilidade. Para aliviar o caixa do INSS foram criadas outras receitas como a Cofins, que arrecada anualmente cerca de R$ 90 bilhões das empresas. Entretanto o déficit continua.

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Os novos ventos

No artigo postado no dia 20/07/2006, que tem o título de “O que era fácil”, analiso o crescimento nas pesquisas da senadora Heloísa Helena, do PSol. Matéria do jornal "O Globo" deste dia 23/07/06 nos informa que está havendo por parte do comando do Partido dos Trabalhadores um mea-culpa sobre a expulsão dos ex-correligionários, e hoje militando no PSol.

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Dupla Perversa

O jornal Valor Econômico publica matéria neste dia 20/07/2006, afirmando que está havendo uma redução nas taxas de juros, em função da redução pelo Comitê de Política Monetária (Copom) da taxa dos juros básica (Taxa Selic) em 0,5%. Mas a reportagem informa ser a queda nos juros ínfima, apenas de 0,04% a 0,05%.

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O que era fácil

O assunto atual na política é o crescimento da candidatura da senadora Heloísa Helena, do PSol. Subiu de 6% em maio para 10% em junho, na intenção de votos, segundo pesquisas eleitorais. Essa posição levará a ter um segundo turno.

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Esperando a TV Digital

Lendo na GramadoSite o artigo “TV digital: a bola da vez”, postado pela colunista Taís Seibt, dois pensamentos me ocorreram. O primeiro, foi fazer uma analogia com a implantação das transmissões a cores no país. A primeira transmissão a ir ao ar do país foi com a Festa da Uva, de Caxias do Sul, no inicio de 1970. Meses mais tarde, para quem dispunha de um aparelho para tal, pode assistir as transmissões da Copa do Mundo daquele ano. O Brasil conquistou o tri-campeonato lá no México, ao vivo e a cores.

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A política é interessante

Como é interessante a política brasileira, talvez seja igual à de outros países, sejam neste ou em outros continentes. Os candidatos a Presidência da República apresentaram os valores de seus patrimônios, e informaram quanto vão gastar nesta campanha eleitoral. Não vamos nos deter nos gastos eleitorais, como são mais do que sabido, trata-se apenas de valores fictícios. Ao final da campanha alguém ficará encarregado de arrumar os números para que tudo fique de acordo. O objetivo deste artigo é analisar o patrimônio dos candidatos ao cargo máximo da República, apresentadas oficialmente ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

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Pingos e respingos

Pelé anunciou na véspera do jogo do Brasil e França que tinha um “mau pressentimento”. O fato de ser o maior atleta do século, não havia lhe dado o dom da profecia. Mas, não deu outra, a seleção brasileira foi vencida pela francesa, encerrando a sua participação nesta competição.

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O ocaso da bonança

Artigo publicado nesta quinta-feira, 15 de junho, na edição para a Ásia do The Wall Street Journal, aponta que está aumentando o medo de uma queda no preço das ações nos países em desenvolvimento, também conhecidos como emergentes.

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Uma barreira para Chávez

No dia 24 de julho de 1783 nascia em Caracas, na Venezuela, Simon Bolívar, de família aristocrata descendente de espanhóis. Foi em Madri que completou a sua educação, o que lhe permitiu tomar conhecimento dos acontecimentos europeus ao final do século XVIII.

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Uma realidade brasileira

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil - CNBB disse na abertura da Campanha da Fraternidade de 2006, que o governo atual havia tornado o país um paraíso financeiro. Vozes da cúpula governamental se mostraram indignadas com essa afirmação. Mas um fato ocorrido na semana passada confirma o dito pela CNBB.

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As alternativas de energia

O Chile, para não ficar na dependência do gás argentino irá construir em porto do Norte do país uma usina de regaseificação, importado de forma líquida. Seguindo esse exemplo, a Petrobrás construirá três plantas, permitindo usar também gás importado e no futuro o explorado no litoral brasileiro.

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O Acre e o rompante de Morales

Um rompante do presidente boliviano Evo Morales trouxe a tona um episódio da fixação das fronteiras do Brasil, mais precisamente o território do hoje Estado do Acre. Em 27 de março de 1867 foi firmado o Tratado de Ayacucho, entre o império Brasileiro e o governo boliviano para demarcação da fronteira entre o Brasil e a Bolívia que ficaria entre os Rios Beni e Mamoré. Entretanto, ficou a dúvida, se o Acre pertenceria ao Brasil ou a Bolívia, já que as terras entre os rios Madeira e Javari, em território brasileiro, passariam ao controle da Bolívia. Criou-se na ocasião uma área de futuro litígio.

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Rumos

Quais serão os rumos que o presidente Lula tomará? Mesmo estando em franca e aberta campanha por sua reeleição, não admite que é candidato. Sempre repete que a decisão será tomada no próximo mês de junho, prazo final para registro de sua candidatura.

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As conseqüências da ação boliviana

A falta de firmeza do presidente Lula perante o presidente boliviano Evo Morales é de deixar todo mundo de queixo caído. Era visível que por trás dessa bravura estavam os petrodólares do venezuelano Chávez e a inspiração política de Fidel Castro, todos representando a vanguarda do atraso latino americano.

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O brasileiro e seu endividamento

Já faz algum tempo que venho observando a divulgação cada vez mais crescente de ofertas de financiamento para quem dispõe de renda, via folha de pagamento de empresas ou que recebem pelo INSS, como aposentados ou pensionistas. Neste último caso em comentário, chamei de endividando os velhinhos.

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Incompetência, Inexperiência e Mediocridade

Há exatos dois anos atrás, sob muita pressão, o governo anunciava o seu plano de crescimento para a economia brasileira. Ontem, 15 de junho, finalmente foi assinada uma medida provisória para implementar 20 ações para a retomada do desenvolvimento. Para tanto o governo abrirá mão de R$ 1,5 bilhão em tributos neste ano e que poderão chegar em 2006 em R$ 3,3 bilhões, totalizando incentivos de R$ 4,8 bilhões.

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Sobre o autor

Economista (Registro CoREcon nº 3861-4ª Região), Pós-graduado em Administração Pública, ênfase municipal. Atuação no mercado de capitais como gestor de fundos de investimentos, gerente e diretor de empresas financeiras e de previdência privada.
Ex- diretor e conselheiro da Associa ...

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