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| Texto publicado em 24/07/2006* - 08:59, segunda-feira. | por Ovídio Hillebrand | | *Atenção: você está lendo CONTEÚDO DE ARQUIVO. Publicado há mais de 5 anos e 10 meses! |  Affengespräch – Conversa de Macacos |
 (Autor desconhecido)Die Affen sassen im Kokosbaum,wo öfter zusammen sie kommen. Da lausen sie sich und erzälen dabei, was sie so gehört und vernommen. Der eine sagte: was ich heut´ gehört, das macht mir doch heftig zu schaffen. Es gibt nämlich Menschen, die sagen ganz frei sie stammen noch ab von uns Affen! Nein! So eine Schande für unser Geschlecht! Es will mir den Schlaf noch rauben! Die anderen sagten: das kann doch nicht sein, kein Affe würd´ das jemals glauben!
Sihe dir doch das Treiben der Menschen heut´an! Besonders der weissen Rassen. Wer hat denn vom Affen schon jemals gehört dass er seinWeib hat verlassen?! Auch gab es noch nie eine Affenfrau die ihre Kinder liess laufen, damit sie sich Gelder verdienen kann um unnützes Zeug sich zu kaufen! Und trotz ihrem vielen Reichtum und Geld, reicht´s ihnen kaum noch zu Kleidern. Die röcke zu kurz, die Hosen zu eng, als fehlt´es an Stoff und an Schneidern!
Noch nie lagen Affen besoffen herum, und haben geraucht und getrunken. Auch nie fand man Affen geschändigt im Busch, in Pornographie tief versunken! Entrüstet erhoben die Affen ihr Haupt und rückten noch näher zusammen: Nein, wenn auch der Mensch gescheid zu sein glaubt, von uns kann er niemals abstammen!Tradução
Macacos sentavam num coqueiro, onde muitas vezes se reuniam. Catavam as pulgas e falavam do que haviam ouvido. Um disse: o que hoje ouví me dá muito que pensar. Existe gente que abertamente fala que de nós macacos descendem! Não! Uma tal vergonha para nossa raça, não vai deixar-me dormir! Os outros diziam: isto não pode ser! Macaco nenhum jamais acreditaria!
Veja só o comportamento dos humanos hoje; especialmente os da raça branca! Quem já ouviu de um macaco dizer que tivesse abandonado sua mulher?! Também nunca houve uma macaca que deixasse seus filhos soltos andar. Para que ela pudesse ganhar um dinheiro, e coisas inúteis comprar. E, apesar de sua riqueza e dinheiro. Mal chega para se vestir. As saias curtas demais, as calças apertadas demais. Como se fazenda faltasse e costureiros também.
Nunca macacos se encontrou deitados bêbados por aí. Que fumavam e bebiam. Também nunca se encontrou macacas violentadas na capoeira. Em profunda pornografia mergulhadas. Indignados ergueram suas cabeças. E mais próximos se juntaram: Não! Mesmo que o homem imagine ser sensato. De nós macacos ele nunca pode descender! |  | |
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