Arquétipos estão cada vez mais aparentes e todos são seguidores da positividade. Falta contestação e personalidade. Faltam pessoas interessantes que pensem por si só, que mostrem novos prismas sobre temas.
Comunistas que não leram Marx e votam em Lula. Capitalistas com mentalidade de proletariado sem conhecimento de economia. Toda a bagagem que carregam lhes foi dada e, pior, questionar é herético.
O cúmulo da revolução industrial é aonde chegamos, a partir do momento que começamos a vender conhecimento, quando não, fabricar pessoas em série.
A saída para isso? Buscar revolucionários, quem pense à frente do hoje e do que, diabos, disseram que era certo e errado. Pois digo: gêneros intelectuais fracos matando criatividade, é isso que está errado.
O mundo carece de pessoas originais. Não queremos mais “sim ambulantes”, pessoas absorvedoras de conhecimento e jamais contestadoras. O mundo necessita, mais que nunca, de pessoas que digam: “Deus sou eu”. |  | |