Ontem era um armazém atendido pelos proprietários.
Hoje é uma sorveteria, com layout moderno, também atendida pelos proprietários.
Ontem a qualidade dos produtos era fundamental. Procurada, inclusive, por clientes de outros bairros.
Hoje a qualidade dos produtos ofertados prima pela qualidade e também atende clientes de outros bairros da capital dos gaúchos.
Ontem a comunidade do bairro encontrava iguarias a granel ao gosto dos habitantes do bairro.
Hoje ali encontramos um “festival” de sorvetes ao gosto de todos os freqüentadores.
Ontem a comunidade judaica da cidade de Porto Alegre, não só do bairro Bom Fim, encontrava ali, principalmente nas ocasiões festivas, todas as iguarias para estas celebrações religiosas.
Hoje a comunidade de Porto Alegre encontra ali um dos melhores sorvetes caseiros da cidade. Muito comentado por crianças, jovens e adultos.
Ontem se denominava Armazém Internacional, onde os produtos a granel eram a característica principal.
Hoje a denominação é Cronk’s, onde o sorvete “é o carro chefe”. Também ali são encontrados, durante todo o ano, mas, principalmente quando da realização da Páscoa judaica ( Pessach ), a “Matzá” – pão ázimo que se alimentavam os judeus durante a saída do Egito. Isto lembra a tradição do “point” antigo, que vendia todas as iguarias para a comunidade judaica.
É o hoje lembrando do ontem.
Hoje e ontem. No mesmo local.
Duas realidades procurando sempre o melhor para seus clientes.
Duas realidades num mercado diferente.
Duas realidades bem distintas.
Dois tempos num mesmo prédio. Dois tempos com sucesso. Sempre “point” dos clientes.
É à procura da fidelização dos clientes junto ao mercado consumidor, não importando a época,
Ontem: Armazém Internacional.
Hoje: Cronk’s.
Tudo no Bom Fim.
Tudo no encontro das ruas Bento Figueiredo e Felipe Camarão. No coração de um dos bairros mais tradicionais de Porto Alegre – Bom Fim. Um bairro onde tudo sempre acontece...
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Agradeço a todos que, de uma maneira ou outra, tem me acompanhado – falando, escrevendo - no levantamento da memória do Bom Fim e no exercício da minha memória. |  | |