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/ Cultura
Marília Daros
Texto publicado em 30/11/2010* - 00:00, terça-feira.por Marília Daros
*Atenção: você está lendo CONTEÚDO DE ARQUIVO. Publicado há mais de 3 anos e 8 meses!
Manifestações do Sagrado e do Profano
Seria bom pensar mais um pouquinho sobre o assunto, nestas horas em que o Natal se achega a nós e em que passamos a pensar na manjedoura, no curral ou na gruta, no simplicidade da natividade, na riqueza do céu onde a estrela guia abre o caminho aos que tem fé e, especialmente, no sagrado sentimento de paz que Jesus, Menino Deus, nos traz.

Manifestações do Sagrado e do Profano
A Sagrada família, a fé e o trabalho por um mundo de paz e melhor.
O sagrado e o profano, se entende como opostos. Nessa linha de pensamento, o sagrado e o profano seriam gêneros distintos, como dois mundos que não têm nada em comum. Sagrado pode ser definido como o que é do domínio religioso e vedado a profanações. Profano se definiria então como o que é estranho ao sagrado, que não pertence à religião, que é contrário às coisas sagradas.

Por que o sagrado e o profano agora?
Porque um objeto sagrado não é um objeto divino obrigatoriamente, mas um objeto que permite a ligação com o divino. Estando associado à divindade, reflete os sentimentos do sagrado. Uma força que tanto vence e ajuda a vencer, como fracassa e faz fracassar. Um poder que não se pode definir, que está em todo o lado mas que não se pode localizar. O seu poder é tão desejado como temido.
O profano é um assunto mais complicado. Se seguirmos a lógica, então tudo o que não está ligado à religião é profano. Mas, em certas comunidades, o sagrado está presente em todo lado: tudo o que faz parte da existência é sagrado.
Nestes casos, onde o sagrado domina, onde poderemos encontrar o profano?
Sagrado e profano são contrários um ao outro, mas por estarem e ocuparem dimensões diferentes da realidade.
O sagrado não existe sozinho.
O sagrado equivale igualmente ao poder pois é a manifestação pura do poder criador.
Mas, analisemos o sentido do sagrado, naquilo que se refere ao e com o espaço sagrado.

É lógico se pensar que o local em que o sagrado se manifesta é o único que realmente existe. Tudo o mais que o cerca é informe, amorfo, desordenado. O templo, por exemplo, seria sagrado, mas seu entorno, não considerado da mesma forma. Sem medida não há ordem, e onde não há ordem há o Caos, a desordem e a desorientação.
O espaço sagrado então, para alguns, não é todo igual, mas diferenciado. Apresenta rupturas de níveis que o repartem, dividem, individualizam.
“Viver no sagrado, portanto, é fazer parte de algo alinhado aos preceitos básicos da divindade, é partilhar de um sentimento de segurança, não pela coletividade de iguais que possa cercar alguém, mas pela energia criadora que está acumulada nos locais sagrados. Se a realidade do sagrado é uma decorrência da ordenação – da ordem, por conseguinte – não é de se esperar que algo, ou alguém, sem a disciplina do ritual, a compostura das atitudes, a correção da postura, o cuidado com o comportamento, almeje banhar-se na energia do sagrado.” (autor desconhecido)

Depois de pensar e repensar o sagrado e o profano, tento entender melhor o que leva alguns seres humanos a fazerem uso do espaço sagrado, para torná-lo profano. O que se manifesta em alguns seres humanos que colocam a vaidade, a soberba, acima da fé e da sabedoria do sagrado aprendido e vivido por seus antepassados. O que acontece quando alguns seres humanos diluem o sentido do sagrado, fazendo com que ele seja apenas considerado em parte de seu todo, e profano, comercial, no seu entorno. O que deve ser feito com alguns seres humanos que esquecem do ritual da história, que garantiu, pela fé, o espaço sagrado total, fazendo o sentido contrário nas mãos dos pregadores da fé que não praticam a fé.

Se o templo é espaço do sagrado, é evidente que seu entorno, ou seja, os locais por onde se anda, se circula, para viver a fé interior, mesmo em seu exterior, são também espaços do sagrado. Ou será que é preciso que tudo seja profano para que se tenha mais consciência do sagrado.
Profanar o templo é profanar o tempo.
Um tempo que ficará registrado para sempre.
Seria bom pensar mais um pouquinho sobre o assunto, nestas horas em que o Natal se achega a nós e em que passamos a pensar na manjedoura, no curral ou na gruta, no simplicidade da natividade, na riqueza do céu onde a estrela guia abre o caminho aos que tem fé e, especialmente, no sagrado sentimento de paz que Jesus, Menino Deus, nos traz. E se o espaço em que nasceu é profano para alguns, em realidade, é sagrado para os que tem a fé companheira de jornada.
O tempo garantiu esta fé até aqui, sem pompas e sem soberba. Com a pura simplicidade dos que amam a vida, sua, e dos integrantes de sua comunidade.
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