Sono nato nella comuna di Nova Petrópolis - di etnia 99,9% tedesca. I bisnoni Oppitz , emmigrati dell´ Impero Austro-Ungarico raccontavano che erano discendenti di italiani di cognome Oppizzi. Questo cognome veramente esiste in Italia.
A più o meno 10km della nostra casa c´è il paese Pedancino allo lungo del fiume Cai che fa la frontiera ( confine ) con Caxias do Sul. Questo paese era abitatto dagli italiani.Quando bambino essi mi hanno datto un´ idea di come sono gli italiani: la pelle più buia e di parla veloce. Alle domeniche da datte speciali come Natale, Pasqua, venivano in gruppi a cavalli e asini verso la chiesa di Linha Imperial a cui parrochia partenevano. Noi bambini eravamo chiamato l´attenzione per il forte trottoare degli animali nella strada presso alla casa nostra, e una chiacchiera in voce alta e veloce di cui non si capiva nulla..., cosa che a noi bambini tedeschi era molto strano; non si parlava mai così alto...
Scuola Elementare.
Sono andato in scuola parrocchiale per cinque anni. Una mattina abbiamo avuto un nuovo collega.Abiterebbe nella casa parrochiale per studiare.Il suo nome: Querino Dal´Agnol. Un bel e simpatico bambino, viso stretto, mezzo riso, pelle buia, capello nero. Qualcuno dei miei colleghi me lo presentò ma già con scherzo cattivo e malvagio: “Das is de Querino italiano, Querino brigaliano!” Noi ancora parlavamo il dialetto Hunsrück. Con “brigaliano” voleva menzionare che nelle feste popolari gli italiani più facilmente dei tedeschi finivano in dispute violente. Ma in questo caso, diciamo, per istinto verso ai strani, erano i bambini tedeschi che lo avevano provocato.
Internato. Con tredici anni me ne sono andato come interno alla scuola di formazione dei Fratelli delle Scuole Christiani. I colleghi, mezzo a mezzo oriundi italiani e tedeschi. A questa scuola ho davvero imparato a parlare portoghese mezzo al accento veneto degli italiani.Essi mi insegnarono le prime parole italiane. Ma il obbiettivo più importante era che ambedue etnie imparassero parlare bene la lingua nazionale. Oggi si penserebbe diversamente; anche le lingue delle nostre origini sono molto utile da una persona colta.
Scuola Normale Rurale, Ana Rech, Caxias do Sul. Questa efficiente scuola professionale era stata amministrata dai Preti Giuseppini di Murialdo. C´erano dei Preti e Fratelli italiani e discendenti. I colleghi erano tutti oriundi veneti. Uno o due tedeschi in ogni classe. Un´altra volta ancora ho avuto l´opportunità di ascoltare íl veneto e imparare qualche parola in italiano. Cinque anni dopo la laurea sono stato contratato da fare del´insegnante di inglese, portoghese, caligrafia e scienze naturali proprio nel questo stesso coleggio. Per le lezioni di scienze naturali, tra altri libri c´era un piccolo libro in italiano accompagnato degli “slides”. Nelle lezioni leggevo agli allievi brani di questo libretto e facevo la traduzione simultanea. C´era un eccellente esercizio di italiano per me.
Piacere per le lingue straniere.In quello tempo comprai un libro da imparare il russo. Anche qualche anno dopo studiai questo idioma da qualche tempo con i nastri e fascicoli per corrispondenza. Quindici anni fa ho comprato un libro, romanzo, in italiano con l´obbiettivo di imparare la lingua attraverso la lettura. L´ho cominciato e lasciato diverse volte fino a tre anni fa mi sono dedicatto con tutto l´affinco a studiare e praticare la lingua ufficiale d`Italia. Aprile 2003, con coraggio e grande voglia ho cominciato da scrivere cronache per il giornale “A PONTE”, di Nova Perópolis. È stato un´eccelente opportunità di imparare. Inoltre sono sempre andato in ricerca di più opportunità di praticare. Ho assistito delle lezioni nel Circolo Trentino di Gramado e di Caxias, collegati all´ACIRS (Associazione Culturale Italiana di RS.) e nel PLE della UCS, ( Programma di Lingue Straniere ).Questo è un piccolo racconto del mio collegamento con la cultura italiana.
TRADUZIONE O Que Me Liga à Cultura Italiana?
Nasci no municipio de Nova petrópolis – de etnia 99,9% alemã. Os bisavós Oppitz, emigrados do Império-Austro-Hungaro contavam que eram descendentes de italianos de sobrenome Oppizzi. Este nome de fato existe na Itália.
A mais ou menos 10km da nossa casa existe a localidade de Pedancino ao longo do Rio Caí que faz divisa com Caxias do Sul. Este povoado era habitado pelos italianos. Quando menino estes me deram uma idéia de como são os italianos: a pele mais escura e de fala rápida. Aos domingos de datas especiais como Natal, Páscoa, vinham em grupos a cavalo e mula para a igreja de Linha Imperial a cuja paróquia pertenciam. A nós crianças chamou à atenção o forte trotoar dos animais na estrada perto da nossa casa, e uma conversa em voz alta e rápida de que não se entendia nada..., coisa que a nós crianças alemãs era muito estranho; não se falava nunca tão alto...
Escola de Primeiro Grau. Fui à escola paroquial por cinco anos. Uma manhã tivemos um novo colega. Ia parar na casa paroquial para estudar. Seu nome: Querino Dal´ Agnol. Um belo e simpático menino, rosto estreito, meio sorriso, pele escura, cabelo negro. Um de meus colegas me apresentou-o já com brincadeira de mau gosto: “Das is de Querino italiano, querino brigaliano!”= Este é o Querino italiano, Querino brigaliano!” Nós ainda falávamos o dialeto Hunsrück. Com “brigaliano” queria mencionar que nas festas populares os italianos, mais facilmente que os alemães, acabavam em disputas violentas. Mas neste caso, digamos por instinto em relação aos estranhos, eram os meninos alemães que o haviam provocado.
Internato. Com treze anos fui como interno para a escola de formação dos Irmãos das Escolas Cristãs, ( Lassalistas ). Os colegas, meio a meio descendentes italianos e alemães. Nesta escola aprendí de fato a falar português em meio ao sotaque vêneto dos italianos. Estes me ensinaram as primeiras palavras italianas. Mas o objetivo mais importante era que ambas as etnias aprendessem falar bem a língua nacional. Hoje se pensaria diversamente; também as linguas de nossas origens são muito úteis para uma pessoa culta.
Escola Normal Rural, Ana Rech, Caxias do Sul. Esta eficiente escola profissional tinha sido administrada pelos Padres Josefinos de Murialdo. Havia Padres e Irmãos italianos e descendentes. Os colegas eram todos descendentes vênetos. Um ou dois alemães em cada classe. Outra vez de tive a oportunidade de escutar o vêneto e aprender algumas palavras em italiano. Cinco anos após a formatura fui contratado como professor de inglês, português, caligrafia e ciências naturais neste mesmo colégio. Para as aulas de ciências naturais, entre outros livros havia um pequeno livro em italiano acompanhado de slides. Nas aulas lia aos alunos partes deste livrinho e fazia a tradução simultânea. Era um exclente exercício de italiano para mim.
Prazer pelas línguas estrangeiras. Naquele tempo comprei um livro para aprender russo. Também alguns anos depois estudei este idioma através de fitas e fascículos por correspondência. Quinze anos atáz comprei um livro, romance, em italiano com o objetivo de aprender a lingua através da leitura. Comecei e deixei diversas vezes até há tres anos atraz me dediquei com todo afinco a estudar e praticar a lingua oficial da Italia. Aprile 2003, com coragem e grande vontade comecei a escrever crônicas para o jornal A PONTE de Nova Petrópolis. Foi uma excelente oportunidade de aprender. Além disso sempre fui a procura de mais oportunidades para praticar. Assistí aulas no CircoloTrentino de Gramado e de Caxias, ligados à ACIRS (Associação Cultural Italiana do RS.) e no PLE da UCS ( Programa de Linguas Estrangeiras). Este é um pequeno relatório da minha ligação com a cultura italiana. |  | |