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| Texto publicado em 29/12/2010* - 00:00, quarta-feira. | por Redação GramadoSite | | *Atenção: você está lendo CONTEÚDO DE ARQUIVO. Publicado há mais de 16 meses! |  Cai nível de endividamento dos gaúchos |
 Dívidas com a compra de imóvel, carro, pagamento de carnês e cartão de crédito tiveram um recuo no mês de dezembro. É o que mostra a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência das Famílias gaúchas do mês de dezembro, que caiu de 72% no número de pessoas com dívidas, em novembro, para 68%, em dezembro. Também foi menor o número de consumidores que acreditam que não terão condições de pagar seus débitos em dia: passou de 7%, em novembro, para 6%, no mês atual. A pesquisa é apurada pela CNC (Confederação Nacional do Comércio) e é divulgada nesta terça-feira (28) pela Fecomércio-RS (Federação do Comércio de Bens e de Serviços do Estado do RS).
Segundo a análise do presidente do Sistema Fecomércio-RS/Sesc/Senac, Zildo De Marchi, o resultado positivo ganha importância quando se avalia que os gaúchos estarão menos endividados na entrada do ano novo. “Temos um mês de alto consumo, que é dezembro, com baixo endividamento. O 13º salário e a melhora da renda das pessoas certamente contribuíram para esses dados. Além disso, o número de pessoas que acreditam que não poderão saldar as dívidas em dia também ficou menor, o que leva confiança aos lojistas no momento de se pensar em financiamentos aos clientes”, explica De Marchi.
Na avaliação das famílias que utilizam 50% ou mais da sua renda para o pagamento de dívidas, esse percentual passou de 18,3%, em novembro, para 18,6%, em dezembro, seguindo estável. Sobre as formas mais comuns de aquisição de dívidas, o cartão de crédito segue na liderança, sendo utilizado por 77,1% dos entrevistados. Na sequência, aparecem os carnês (44,4%), crédito pessoal (21,2%) e financiamento de carro (11,2%).
“O cartão de crédito é o meio de endividamento mais empregado pela população, tendo em vista sua facilidade para a obtenção de crédito, comodidade e segurança de suas transações. O importante é que a maior parte das pessoas demonstra estar com seu endividamento controlado, e por isso não vislumbramos perigo de inadimplência em um curto prazo”, ponderou o dirigente empresarial. |  | |
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