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Gramado - Serra Gaúcha

Texto publicado em 05/09/2007* - 15:06, quarta-feira.por Redação GramadoSite
*Atenção: você está lendo CONTEÚDO DE ARQUIVO. Publicado há mais de 2 anos e 11 meses!
Dá para medir o retorno de um investimento em propaganda?
Você abriu uma empresa, montou um projeto ou quer divulgar um trabalho. Qual a primeira ação que você pensa? “Vou mandar fazer um folder”. Pode não ser o primeiro pensamento de todos, mas ainda é o da maioria dos empresários. E como medir o retorno dessa ação?

Dá para medir o retorno de um investimento em propaganda?
Pois é, ainda que você mande imprimir 5 mil peças e implante a melhor estratégia para fazer com que todas sejam distribuídas, o investimento é incerto, porque você não sabe se a pessoa que pegou o folder na mão realmente integra o seu público-alvo e é possível que ela tenha amassado seu folder e jogado no primeiro latão de lixo que encontrou metros a diante.

Sem contar que, na maioria das vezes, a primeira impressão (do folder) não é a que fica, pois é comum que sejam verificados erros, depois que o material está pronto. Aí você faz um investimento dobrado para imprimir de novo e reparar o erro. E esse mesmo material terá que ser refeito em pouco tempo, afinal sua tabela de preços vai mudar, novos produtos serão lançados no mercado, seus funcionários serão outros e seu telefone também pode já não ser o mesmo. Ah! E nem vamos entrar na questão ecológica, porque nesse processo todo já bailaram algumas centenas de árvores para produzir papel para o seu folder e muito lixo foi devolvido ao meio ambiente.

A mesma dificuldade de mensuração de retorno se aplica aos anúncios em mídia impressa – você já parou para pensar quantos leitores viram seu anúncio no jornal? Estima-se que os leitores mais assíduos leiam menos de 10% do jornal de sua preferência (imagine os menos...). E a ineficácia é a mesma do folder, ou seja: como saber se o leitor que viu seu anúncio faz parte do seu público-alvo? Idem para a TV. Ibidem para o rádio.

O que quer, na hora que precisa e porque realmente deseja comprar

A Internet se revela como opção de anúncio eficaz para atingir o público desejado. E não é “puxar a brasa para o próprio assado” (afinal, você está lendo isto na web!), mas pense um pouco: enquanto consumidor, onde você busca referências para sua compra? Passando nas esquinas em busca de um folder? Catando anúncios no jornal? Gravando os comerciais de rádio e TV?

Expor seu produto ou serviço na Internet é colocar a disposição do usuário o que ele deseja na hora que ele deseja e porque de fato ele deseja. Isso é bom para o seu produto, que fica 24h no ar (não depende da grade de programação do veículo), e para sua empresa, que vai atrair o consumidor final com mais eficácia.

As opções multimídia que a Internet permite agregam ainda mais valor ao seu anúncio: você pode explorar links, imagens fixas ou dinâmicas, áudio, vídeo, tudo no mesmo canal. Imagine um outdoor, desses à beira das rodovias: por maior que ele seja, você não consegue colocar toda a informação que desejaria ali, e nem adiantaria colocar, pois quem passa por ali não teria tempo para ler, mesmo que o trânsito estivesse congestionado. E, ainda assim, ele só poderia concluir a compra quando conseguisse sair da estrada. Agora, imagine esse mesmo outdoor na Internet, só que você pode explorar os recursos do meio, usando links que estendam o conteúdo anunciado e a própria venda on line.

Links que dão resultado - e mostram

Diferente dos outros meios, a Internet tem sistemas de contagem que permitem mensurar com clareza a visibilidade de seu anúncio. Uma das formas mais disseminadas de propaganda na web são os links patrocinados, que dão bastante resultado com um baixo investimento. O controle de custos é seu: você escolhe quanto quer gastar mensalmente na campanha e recebe relatórios para ficar sabendo quantas vezes seu anúncio foi exibido, quantas vezes ele foi clicado e qual foi o custo médio por clique. Assim você acompanha o retorno da campanha, vê quais palavras-chave dão mais ou menos retorno e pode direcionar ainda mais seus investimentos na propaganda.

Um case nosso: uma empresa atingiu mais de 1.000 acessos em seu hotsite entre julho e agosto. Outra empresa do mesmo ramo recebeu 21.300 cliques. A segunda ativou links patrocinados... quer testar? Vá até o nosso ponto de vendas on line e teste você mesmo.
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 Mauro   (149 dias atrás)
Que papo é esse??? Eu li este artigo pelo título da matéria e vi que não tem nada haver com o conteúdo. O texto é péssimo e demonstra um conhecimento pobre e equivocado sobre propaganda. Então com a chegada da internet ninguém mais vai ler jornal, ler revistas, assistir TV, ir ao cinema, ouvir rádio só porque tu quer empurrar goela abaixo esse papo de vendedor? Porque não citou o "spam", os "lixos" que recebemos por e-mail sem autorização e que invadem nossas caixas postais? Fazendo perdermos um tempo precioso, além de aumentar nossa desconfiança a respeito dos e-mails marketing que podem conter vírus. Além da quantidade de material mal feito e de péssimo gosto. Tem sites que ao invés de promover a empresa acabam jogando contra. E a mensuração das mensagens via internet não é tão eficaz assim, como saber se a mensagem foi bem entendida?
A respeito dos folders, atualmente 100% da produção de papel e celulose no Brasil emprega matéria-prima de áreas de reflorestamento, principalmente de eucalipto (65%) e pinus (31%). Há! E também já existe papel reciclado. Então nada de drama, tempestade num copo dágua e não tenta inventar a roda de novo. Vamos respeitar a inteligência das pessoas... neste caso dos leitores. Aliás é o público que vai decidir qual a melhor propaganda, sem se importar com a mídia e sim com o conteúdo!
 web_527497   (147 dias atrás)
Oi Mauro,

Vc trabalha com panfletos?
Cada um puxa a farinha para seu saco, não é?
Dsilva


 Redação GramadoSite  (148 dias atrás)
Mauro, em momento algum na matéria foi citado que jornais, revistas, TV e outras mídias acabariam extintas com a chegada da internet, muito pelo contrário, acreditamos que tecnologias recentes como, por exemplo, o Kindle e o mais recente iPad dão força para a mídia jornal continuar forte no mercado.

No quesito qualidade de informação, reitero que em nenhum momento se questinou tais veículos. O que se comentou aqui na matéria é o poder de mensuração que as ferramentas da internet podem prover. Como citado, revistas e jornais possuem números de tiragem que podem dar a ideia de quantas pessoas podem ter lido seu anúncio. Pois, friso, podem. Não existe nada que comprove que as cem pessoas que compraram o jornal ou revista leram sua publicidade.

Na internet, através de relatórios, você pode saber exatamente quantas vezes o seu anúncio foi exibido e quantas vezes ele interessou algum possível cliente e foi clicado.

Agradecemos o seu comentário na GramadoSite




 Bruno   (289 dias atrás)
Nossa Félix você não falou nada com nada. Acho que a redação nem vai mais te responder, pois você não tem argumentos plausíveis para continuar esta questão. A internet está aí. Os jovens, os adultos, os solteiros, as crianças, as mulheres, a melhor idade...todos estão se conectando. Cada um busca o que gosta, então baseado em pesquisas de mercado é muito fácil anúnciar exatamente onde cada público busca o que lhes interessa. Um abraço.


 Félix Polo  (1093 dias atrás)
PS. Sem contar que os recentes dados dos Institutos de Mídia disponíveis na Internet nos grupos de mídia, apontam que o Share (fatia de mercado) da internet é o último com apenas 2,2% conta avassaladores 61% da Tv aberta e 17.1% dos jornais.
 Redação GramadoSite  (1093 dias atrás)
Félix
a Internet estabelece uma nova forma de fazer negócios. E esta afirmação não é minha, foi aqui neste mesmo site descrita na ocasião do Festival de Publicidade. Fernando Figueiredo, presidente da agência Bullet, de São Paulo/SP, bem disse: o que importa não é quantas pessoas você vai atingir, mas quantas pessoas CERTAS. Portanto, talvez estes míseros 2,2% da fatia de mercado da Internet podem, sim, valer mais do que os 61% da TV aberta, pois as ''pessoas certas'', aquelas que de fato consomem, provavelmente estão ali.

Trata-se de atingir a ''ponta do Iceberg'': no Brasil, 67% da população nunca navegou na Internet, apenas 5 milhões de casas estão conectadas à rede, mas é aí que estão as classes A e B, ou seja, aqueles que compram, que viajam, que consomem.

E mais, aqueles que não querem mais ter que ir ao ponto de venda....

Outra coisa: o jovem de hoje é multimídia mesmo, mas a Internet o faz assim, por ser multimídia: ele lê revista (na Internet) e ouve música (que ele baixa da Internet), tudo na frente do computador.

Enfim, é mesmo uma questão de foco, de perceber quem se quer conquistar...




 Félix Polo  (1093 dias atrás)
Na teoria todo esforço sem foco e objetivo é falho.

Não adianta anunciar na internet se o público não tem o costume, o habito ou o computador para acessar o conteúdo.
Tão pouco em folhetos ou anúncios.

Sucesso é o resultado de complexos fatores: Exposição, demanda, procura, benefício, custo.
E, principalmente não é medido pelo simples conhecimento da marca, mas pelo share que ela representa.


Na Prática devemos nos ater aos fatos: Existem atualmente 8 000 000 000.
Mais de 1 000 000, no Brasil.
A ferramenta de busca mais eficiente de hoje só atinge 56% deste universo.
Logo, como um site destaca-se do outro?

Se dividirmos pelo número de Tvs abertas da parabólica, e pelo tempo de exposição poderemos entender o custo de veiculação nestes canais.

Hoje é necessário saber que o público, principalmente o mais jovem é multimídia: Lê uma revista com o rádio ligado em frente ao comutador ou tv.

Não existe mais o tempo em que fazer propaganda era fazer folheto, hoje, devemos ser estrategistas, saber como chamar o público. Fazer um folheto para chamar para o site.
Um site para imprimir um cupom de descontos.

Ser multimídia é ser atual.

Mas lembre-se que o caminho esta sempre errado para quem não sabe onde quer chegar...


   
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