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Que papo é esse??? Eu li este artigo pelo título da matéria e vi que não tem nada haver com o conteúdo. O texto é péssimo e demonstra um conhecimento pobre e equivocado sobre propaganda. Então com a chegada da internet ninguém mais vai ler jornal, ler revistas, assistir TV, ir ao cinema, ouvir rádio só porque tu quer empurrar goela abaixo esse papo de vendedor? Porque não citou o "spam", os "lixos" que recebemos por e-mail sem autorização e que invadem nossas caixas postais? Fazendo perdermos um tempo precioso, além de aumentar nossa desconfiança a respeito dos e-mails marketing que podem conter vírus. Além da quantidade de material mal feito e de péssimo gosto. Tem sites que ao invés de promover a empresa acabam jogando contra. E a mensuração das mensagens via internet não é tão eficaz assim, como saber se a mensagem foi bem entendida? A respeito dos folders, atualmente 100% da produção de papel e celulose no Brasil emprega matéria-prima de áreas de reflorestamento, principalmente de eucalipto (65%) e pinus (31%). Há! E também já existe papel reciclado. Então nada de drama, tempestade num copo dágua e não tenta inventar a roda de novo. Vamos respeitar a inteligência das pessoas... neste caso dos leitores. Aliás é o público que vai decidir qual a melhor propaganda, sem se importar com a mídia e sim com o conteúdo!
Oi Mauro, Vc trabalha com panfletos? Cada um puxa a farinha para seu saco, não é? Dsilva
Mauro, em momento algum na matéria foi citado que jornais, revistas, TV e outras mídias acabariam extintas com a chegada da internet, muito pelo contrário, acreditamos que tecnologias recentes como, por exemplo, o Kindle e o mais recente iPad dão força para a mídia jornal continuar forte no mercado. No quesito qualidade de informação, reitero que em nenhum momento se questinou tais veículos. O que se comentou aqui na matéria é o poder de mensuração que as ferramentas da internet podem prover. Como citado, revistas e jornais possuem números de tiragem que podem dar a ideia de quantas pessoas podem ter lido seu anúncio. Pois, friso, podem. Não existe nada que comprove que as cem pessoas que compraram o jornal ou revista leram sua publicidade. Na internet, através de relatórios, você pode saber exatamente quantas vezes o seu anúncio foi exibido e quantas vezes ele interessou algum possível cliente e foi clicado. Agradecemos o seu comentário na GramadoSite
Nossa Félix você não falou nada com nada. Acho que a redação nem vai mais te responder, pois você não tem argumentos plausíveis para continuar esta questão. A internet está aí. Os jovens, os adultos, os solteiros, as crianças, as mulheres, a melhor idade...todos estão se conectando. Cada um busca o que gosta, então baseado em pesquisas de mercado é muito fácil anúnciar exatamente onde cada público busca o que lhes interessa. Um abraço.
PS. Sem contar que os recentes dados dos Institutos de Mídia disponíveis na Internet nos grupos de mídia, apontam que o Share (fatia de mercado) da internet é o último com apenas 2,2% conta avassaladores 61% da Tv aberta e 17.1% dos jornais.
Félix a Internet estabelece uma nova forma de fazer negócios. E esta afirmação não é minha, foi aqui neste mesmo site descrita na ocasião do Festival de Publicidade. Fernando Figueiredo, presidente da agência Bullet, de São Paulo/SP, bem disse: o que importa não é quantas pessoas você vai atingir, mas quantas pessoas CERTAS. Portanto, talvez estes míseros 2,2% da fatia de mercado da Internet podem, sim, valer mais do que os 61% da TV aberta, pois as ''pessoas certas'', aquelas que de fato consomem, provavelmente estão ali. Trata-se de atingir a ''ponta do Iceberg'': no Brasil, 67% da população nunca navegou na Internet, apenas 5 milhões de casas estão conectadas à rede, mas é aí que estão as classes A e B, ou seja, aqueles que compram, que viajam, que consomem. E mais, aqueles que não querem mais ter que ir ao ponto de venda.... Outra coisa: o jovem de hoje é multimídia mesmo, mas a Internet o faz assim, por ser multimídia: ele lê revista (na Internet) e ouve música (que ele baixa da Internet), tudo na frente do computador. Enfim, é mesmo uma questão de foco, de perceber quem se quer conquistar...
Na teoria todo esforço sem foco e objetivo é falho. Não adianta anunciar na internet se o público não tem o costume, o habito ou o computador para acessar o conteúdo. Tão pouco em folhetos ou anúncios. Sucesso é o resultado de complexos fatores: Exposição, demanda, procura, benefício, custo. E, principalmente não é medido pelo simples conhecimento da marca, mas pelo share que ela representa. Na Prática devemos nos ater aos fatos: Existem atualmente 8 000 000 000. Mais de 1 000 000, no Brasil. A ferramenta de busca mais eficiente de hoje só atinge 56% deste universo. Logo, como um site destaca-se do outro? Se dividirmos pelo número de Tvs abertas da parabólica, e pelo tempo de exposição poderemos entender o custo de veiculação nestes canais. Hoje é necessário saber que o público, principalmente o mais jovem é multimídia: Lê uma revista com o rádio ligado em frente ao comutador ou tv. Não existe mais o tempo em que fazer propaganda era fazer folheto, hoje, devemos ser estrategistas, saber como chamar o público. Fazer um folheto para chamar para o site. Um site para imprimir um cupom de descontos. Ser multimídia é ser atual. Mas lembre-se que o caminho esta sempre errado para quem não sabe onde quer chegar...
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