| 21/11/2008 16:36:13 | ||||||||||||||||||||
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Sem contar que, na maioria das vezes, a primeira impressão (do folder) não é a que fica, pois é comum que sejam verificados erros, depois que o material está pronto. Aí você faz um investimento dobrado para imprimir de novo e reparar o erro. E esse mesmo material terá que ser refeito em pouco tempo, afinal sua tabela de preços vai mudar, novos produtos serão lançados no mercado, seus funcionários serão outros e seu telefone também pode já não ser o mesmo. Ah! E nem vamos entrar na questão ecológica, porque nesse processo todo já bailaram algumas centenas de árvores para produzir papel para o seu folder e muito lixo foi devolvido ao meio ambiente. A mesma dificuldade de mensuração de retorno se aplica aos anúncios em mídia impressa – você já parou para pensar quantos leitores viram seu anúncio no jornal? Estima-se que os leitores mais assíduos leiam menos de 10% do jornal de sua preferência (imagine os menos...). E a ineficácia é a mesma do folder, ou seja: como saber se o leitor que viu seu anúncio faz parte do seu público-alvo? Idem para a TV. Ibidem para o rádio. O que quer, na hora que precisa e porque realmente deseja comprar A Internet se revela como opção de anúncio eficaz para atingir o público desejado. E não é “puxar a brasa para o próprio assado” (afinal, você está lendo isto na web!), mas pense um pouco: enquanto consumidor, onde você busca referências para sua compra? Passando nas esquinas em busca de um folder? Catando anúncios no jornal? Gravando os comerciais de rádio e TV? Expor seu produto ou serviço na Internet é colocar a disposição do usuário o que ele deseja na hora que ele deseja e porque de fato ele deseja. Isso é bom para o seu produto, que fica 24h no ar (não depende da grade de programação do veículo), e para sua empresa, que vai atrair o consumidor final com mais eficácia. As opções multimídia que a Internet permite agregam ainda mais valor ao seu anúncio: você pode explorar links, imagens fixas ou dinâmicas, áudio, vídeo, tudo no mesmo canal. Imagine um outdoor, desses à beira das rodovias: por maior que ele seja, você não consegue colocar toda a informação que desejaria ali, e nem adiantaria colocar, pois quem passa por ali não teria tempo para ler, mesmo que o trânsito estivesse congestionado. E, ainda assim, ele só poderia concluir a compra quando conseguisse sair da estrada. Agora, imagine esse mesmo outdoor na Internet, só que você pode explorar os recursos do meio, usando links que estendam o conteúdo anunciado e a própria venda on line. Links que dão resultado - e mostram Diferente dos outros meios, a Internet tem sistemas de contagem que permitem mensurar com clareza a visibilidade de seu anúncio. Uma das formas mais disseminadas de propaganda na web são os links patrocinados, que dão bastante resultado com um baixo investimento. O controle de custos é seu: você escolhe quanto quer gastar mensalmente na campanha e recebe relatórios para ficar sabendo quantas vezes seu anúncio foi exibido, quantas vezes ele foi clicado e qual foi o custo médio por clique. Assim você acompanha o retorno da campanha, vê quais palavras-chave dão mais ou menos retorno e pode direcionar ainda mais seus investimentos na propaganda. Um case nosso: uma empresa atingiu mais de 1.000 acessos em seu hotsite entre julho e agosto. Outra empresa do mesmo ramo recebeu 21.300 cliques. A segunda ativou links patrocinados... quer testar? Vá até o nosso ponto de vendas on line e teste você mesmo.
PS. Sem contar que os recentes dados dos Institutos de Mídia disponíveis na Internet nos grupos de mídia, apontam que o Share (fatia de mercado) da internet é o último com apenas 2,2% conta avassaladores 61% da Tv aberta e 17.1% dos jornais.
Félix a Internet estabelece uma nova forma de fazer negócios. E esta afirmação não é minha, foi aqui neste mesmo site descrita na ocasião do Festival de Publicidade. Fernando Figueiredo, presidente da agência Bullet, de São Paulo/SP, bem disse: o que importa não é quantas pessoas você vai atingir, mas quantas pessoas CERTAS. Portanto, talvez estes míseros 2,2% da fatia de mercado da Internet podem, sim, valer mais do que os 61% da TV aberta, pois as ''pessoas certas'', aquelas que de fato consomem, provavelmente estão ali. Trata-se de atingir a ''ponta do Iceberg'': no Brasil, 67% da população nunca navegou na Internet, apenas 5 milhões de casas estão conectadas à rede, mas é aí que estão as classes A e B, ou seja, aqueles que compram, que viajam, que consomem. E mais, aqueles que não querem mais ter que ir ao ponto de venda.... Outra coisa: o jovem de hoje é multimídia mesmo, mas a Internet o faz assim, por ser multimídia: ele lê revista (na Internet) e ouve música (que ele baixa da Internet), tudo na frente do computador. Enfim, é mesmo uma questão de foco, de perceber quem se quer conquistar...
Na teoria todo esforço sem foco e objetivo é falho. Não adianta anunciar na internet se o público não tem o costume, o habito ou o computador para acessar o conteúdo. Tão pouco em folhetos ou anúncios. Sucesso é o resultado de complexos fatores: Exposição, demanda, procura, benefício, custo. E, principalmente não é medido pelo simples conhecimento da marca, mas pelo share que ela representa. Na Prática devemos nos ater aos fatos: Existem atualmente 8 000 000 000. Mais de 1 000 000, no Brasil. A ferramenta de busca mais eficiente de hoje só atinge 56% deste universo. Logo, como um site destaca-se do outro? Se dividirmos pelo número de Tvs abertas da parabólica, e pelo tempo de exposição poderemos entender o custo de veiculação nestes canais. Hoje é necessário saber que o público, principalmente o mais jovem é multimídia: Lê uma revista com o rádio ligado em frente ao comutador ou tv. Não existe mais o tempo em que fazer propaganda era fazer folheto, hoje, devemos ser estrategistas, saber como chamar o público. Fazer um folheto para chamar para o site. Um site para imprimir um cupom de descontos. Ser multimídia é ser atual. Mas lembre-se que o caminho esta sempre errado para quem não sabe onde quer chegar... |
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