Imaginem estas situações:
- O dito "dezainer" esqueceu de botar uma placa de "cuidado, ponte levadiça";
- O mesmo indivíduo não colocou que aquela bala tem 5000 kcal. Adeus dieta;
- Ou então, imagine se ele não tivesse pensado em colocar um marcador de combustível, felizes dos auto-socorros;
- Quem sabe o perigo se na embalagem de remédio ele esquece das contra-indicações, das tarjas ou até mesmo da bula;
- O problema que seria estradas sem placas;
- Cruzamentos sem “sinal”;
- Os folderes sem o endereço da fantástica promoção;
- Aparelhos sem manual;
- Ops, esqueci a plaquinha de "este lado para cima";
- Cartões de visita sem nome, ou sem endereço;
- Nos mapas, colocou errado o "você está aqui";
- Errou o fator do bronzeador solar;
- Esqueceu dos símbolos no controle remoto;
- Errou o nome no registro do site;
- Excluiu a graduação alcoólica da bebida;
- Ou aquelas informações em máquinas: não coloque o dedo, a mão, a cabeça ou outros;
- Windows sem ícones;
- Anunciar preços fantasmas, só para atrair atenção.
Esses são argumentos baseados na analogia dos contrários. A importância da profissão é igual e contrária aos perigos que a falta deste profissional representa. Logo, nossa condição humana consiste nas escolhas entre os poderes antagônicos: o perigo para a concorrência ou a incoerência. |  | |