Histórico
O Bloco Carnavalesco Quis um Gole surgiu em 1978, na praça central de Gramado, onde amigos resolveram juntar uma turma para, literalmente, criar uma festa e assim dar a origem ao bloco.
No início era formado por apenas 20 homens. A partir de 1992 aconteceu o casamento do bloco, já que as mulheres começaram a fazer parte dessa festa, ajudando na confecção das fantasias. A partir de então, o bloco passou a se apresentar em alas como uma mini escola de samba. Em 2001, por ocasião do Natal Luz, fizeram amizade com Joãozinho Trinta, que idealizou a fantasia do Quis um Gole.
Há anos os componentes realizaram o “pedágio do chopp” na principal avenida de Gramado para arrecadação de instrumentos e chopp. O valor arrecadado ajudou a custear viagens para o Paraguai e para a Argentina. O grupo também fez uma parceria com a Escola de Samba Vai -Vai, de São Paulo, o que rendeu muitas amizades e correspondências por um longo tempo.
Componentes
55
Presidente
Rogério Sorgetz
Local dos ensaios
Pavilhão da Prefeitura (centro)
Tema 2008
No aniversário de 100 anos do mestre Cartola, o Quis Um Gole traz o enredo “E aí malandragem”, buscando aquele espírito alegre e verdadeiro que o Carnaval proporciona. Serão 55 malandros, malandrinhas e destaques que vão mostrar como ainda é possível semear a justiça, a paz e a liberdade, para buscar pelo menos mais um dia de graça, um dia melhor para todos. Completando 29 carnavais, o Quis um Gole vai mostrar que o bom malandro é aquele que se preocupa com tudo o que está ao seu redor, e por isso é aquele que realmente vai se dar bem. O Quis Um Gole convida todos para tomar brindar, quem sabe, um amanhã mais feliz.
Letra do samba-enredo
“Eu falei que um dia,
Um dia meus olhos ainda hão de ver,
Na luz do olhar do amanhecer,
Sorri o dia de graças,
Poesias brilhando essa manhã feliz,
Do mal cortado pela raiz,
Do jeito que o “Éio” sonhava,
O não chorar (ai o não chorar),
E o não sofrer se alastrando,
No céu da vida o amor brilhando,
A paz reinando em santa paz,
O não chorar (ai o não chorar),
Em cada palma de mão,
C ada palmo de chão,
Sementes de felicidade,
O fim de toda a opressão,
O cantar com emoção,
Raiou a liberdade
Chegou o Quis Um Gole na pista,
Com esplendor para preservar a natureza,
Respeito a todos os artistas,
A porta aberta ao irmão de qualquer chão, de qualquer raça,
O povo todo em louvação, que o Quis Um Gole é da massa!”