Como muitos, Domingos começou no teatro e depois rumou para as telinhas e telonas, mas foi no cinema que chamou atenção com “Todas as mulheres do Mundo”. O filme conta a história de um jornalista mulherengo que um dia acaba encontrando o amor, traduzido em carne e osso pela noiva de seu amigo. Como o amor derruba barreiras, nem a sem-vergonhice nem o seu amigo foram capazes de separá-lo de Maria Alice. Quer dizer, a sem-vergonhice conseguiu.
Após o sucesso do filme que lançou Leila Diniz, Domingos dedica-se à televisão e após disso volta para suas origens nos palcos teatrais, onde dirige atores consagrados como Jorge Dória, Tônia Carrero e Marília Pêra. Multi-talentoso, recebeu o Prêmio Mambembe de melhor autor com Assunto de Família.
Em 1992, lança Confissões de Adolescente, espetáculo que é sucesso de bilheteria e propõe um formato que o inspira a escrever e dirigir, no ano seguinte, Confissões das Mulheres de 30. Na segunda metade da década de 90, assume a direção do Teatro Planetário, onde realiza seus espetáculos até 2000. Ali escreve, dirige, interpreta e organiza eventos. É dessa fase a seqüência de cabarés filosóficos, em que mistura música, humor e crítica em espetáculos de diálogo direto com o público.
Nos Festivais de Gramado, venceu o Prêmio da Crítica, Prêmio do Júri Popular e Prêmio Especial do Júri com Amores (1998), foi indicado a melhor filme com o longa Carreiras de 2005 , e recentemente foi colaborador no roteiro de 2 Filhos de Francisco. Juventude, filme concorrente em 2008, briga com mais
cinco filmes pelo
Troféu Kikito.
Todas as Mulheres do Mundo
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