"Fiz o convite oficial ao deputado Paulo Odone para que ele venha ocupar a secretaria extraordinária o mais rápido possível", informou a governadora em entrevista coletiva. Yeda não escondeu seu entusiasmo com o novo secretário e com o ambiente de união entre os governos estadual, federal e municipal. A secretaria já está com espaço pronto no Centro Administrativo Fernando Ferrari (Caff). Odone se disse honrado com o convite e aceitou a missão.
Conforme Yeda, o secretário do Planejamento e Gestão, Mateus Bandeira, seguirá trabalhando pela Copa 2014 dentro do Programa Estruturante Nossas Cidades. Com Odone, segundo a governadora, haverá uma potencialização "das coisas necessárias para o mundial". "Com Paulo Odone na nova pasta, o governo irá cumprir esta etapa bonita que se desenha, de trazermos para o Rio Grande do Sul todos os resultados possíveis a partir da organização e, depois, a realização da Copa 2014", disse Yeda.
Sobre a importância da Secretaria Extraordinária da Copa 2014, a governadora acrescentou: "O secretário Mateus Bandeira estava ocupado, o secretário Wenzel chefe da Casa Civil estava ocupado e eu estou ocupada, tratando do governo inteiro. Mas existe no nosso projeto de estruturação o que é preciso para o Rio Grande do Sul se desenvolver. A imprensa, agora, terá muito mais acesso às coisas que estamos fazendo para trazer com sucesso esta etapa da Copa, porque vai estar totalmente dedicado a isso alguém da competência do meu querido deputado Paulo Odone".
Odone disse aos jornalistas que aceitou com muita honra o convite por acreditar que poderá, com os outros secretários e com a estrutura do governo, desenvolver o papel fundamental do Estado para o sucesso da Copa do Mundo em Porto Alegre. "Tem que se ir muito além das obras físicas. O Estado precisa estar preparado também culturalmente diante do evento, como foi feito, por exemplo, na Alemanha e na Europa", observou. "A cidade precisa preparar a sua gente, a sua gastronomia, para que a população que vier para cá volte e traga outros. E isso não pode excluir o interior do nosso Estado, que quer fazer turismo receptivo."
Com informações da Assessoria de Imprensa do Estado do Rio Grande do Sul |  | |