| Texto publicado em 10/12/2009* - 11:42, quinta-feira. | por Juan Domingues | | *Atenção: você está lendo CONTEÚDO DE ARQUIVO. Publicado há mais de 2 anos e 5 meses! |  Inter dá os primeiros passos Passada a euforia do final do Brasileirão, cujo desfecho ficou de bom tamanho para o Inter, que conseguiu o vice-campeonato, embolsou R$ 3 milhões de prêmio da CBF e conquistou a tão sonhada vaga para a Libertadores de 2010, e para o Grêmio, que se agarrou à tão desprezada vaga da Sul-Americana, agora é a hora da reflexão.
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A direção do Inter começa a pensar a próxima temporada de forma correta: jogar o Gauchão com o time B e colocar todo o planejamento para ser bicampeão da Libertadores.
Os primeiros movimentos no tabuleiro dão esperanças à torcida do Inter. A escolha pelo técnico uruguaio Jorge Fossati me agrada. E muito. Primeiro, porque o Brasil não tem treinador qualificado e disponível neste momento. Antigas unanimidades estão perdendo a cor. Luxemburgo, o arrogante, Muricy, o mal-humorado, Mano Menezes, o falso tranquilo, Tite, o educado, Cuca, o depressivo, e Celso Roth, o perdedor, todos eles já cansaram a torcida. Não há nada de novo na casamata do futebol brasileiro. Uma mesmice de dar dó.
A escolha de Fossati me parece muito adequada. É uruguaio, já trabalhou como treinador na Argentina, no Equador e no Paraguai. Foi campeão nacional em três desses quatro países. Mais do que ter currículo, Fossati conhece a rotina de paraguaios, uruguaios, equatorianos, argentinos. Fossati conhece a América. E ainda tem uma vantagem gigantesca em relação a outros estrangeiros: fala bem o português.
Além de Fossati, o Inter busca o lateral-direito Vitor, do Goiás. Se concretizada, esta contratação dará fim a um dos maiores dilemas do time colorado desde a saída de Ceará, em 2007. O zagueiro Breno, ex-São Paulo, também está na lista, assim como o jovem uruguaio Tabaré Viudez, meia-atacante, e o volante Sandro Silva, do Palmeiras. Só se trilha o caminho caminhando. E o Inter começa a dar os primeiros passos para o objetivo maior: o bi da Libertadores, que no ano que vem não terá novamente o Boca Juniors, o fantasma maior da competição. |  | |
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