Alguns exemplos: concentração, disciplina, força de vontade, paciência e espírito de equipe, tudo isso somado a um acréscimo de vitalidade, força e saúde.
Talvez um dos maiores ganhos de um desportista seja o enfrentamento de seus próprios limites. Seja no futebol, vôlei, basquete ou xadrez, cooper ou ping-pong, a cada dia o praticante aprimora a percepção de que pode mais. Com treino, os movimentos são aperfeiçoados, os tempos diminuídos, e isso é uma mostra do potencial que cada um guarda em si.
Ao mesmo tempo, por mais paradoxal que possa parecer, o esporte também nos mostra que somos apenas humanos e limitados. Muitos tenistas, por exemplo, sonham com Roland Garros, mas o máximo que conseguem chegar é o torneio do clube. Muitos jogadores de futebol sonham com a Seleção Brasileira, mas não passam do time da escola. O mesmo acontece com praticantes de esportes olímpicos. E nisso o esporte também ensina muito: é preciso saber o máximo a que conseguimos chegar, sem transformar essa limitação em uma grande frustração na vida.
Platão já dizia: filosofia pra mente, música para a alma e ginástica para o corpo. Os romanos também tinham sua máxima: mens sana in corpore sano (mente sadia em corpo sadio).
Em ambos os casos, fica a dica e um conselho: é inteligente praticar esporte.
Sandra Veroneze
Jornalista com MBA em Estratégia e Especialização em Gestão de Economia Social
Assessora de Imprensa de Balneário Pinhal
Praticante de neikung e tiro com arco