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| Texto publicado em 11/08/2010* - 15:32, quarta-feira. | por Redação GramadoSite | | *Atenção: você está lendo CONTEÚDO DE ARQUIVO. Publicado há mais de 21 meses! |  38º Festival Internacional de Folclore na reta final Entrando para a última semana do evento, a cidade está lotada de novos grupos e a participação do público durante as apresentações do 38º Festival Internacional de Folclore aumenta a cada dia. A Praça das Flores de Nova Petrópolis, palco do maior evento cultural do Município, recebe o grupo Parafolclórico Frutos do Pará, Grupo de Xaxado Cabras de Lampião do Pernambuco, Centro Cultural Takuru Puku de H. Alto Paraná do Paraguai, Nisanka da República Tcheca e Txai Cia de Dança do Ceará.
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| | Takina I Te Ahi da Ilha de Páscoa
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Brindado pelo sol e pelas temperaturas amenas, o início da semana foi marcado pelo público expressivo ao meio-dia e à noite. Com uma média de 700 pessoas ao meio-dia e cerca de mil pessoas à noite, o grupo de Danças Folclóricas Takina I Te Ahi da Ilha de Páscoa é a maior atração do evento. “Só vou almoçar depois da apresentação do grupo, que para mim é o melhor do Festival. Um grupo que traz seus próprios instrumentos faz toda a diferença na hora da apresentação”, destaca Márcia Dummer, espectadora durante o meio-dia.
O grupo da Ilha de Páscoa é sensação do evento principalmente pela sua indumentária e passos fortes durante a apresentação. Vindos de uma ilha da Polinésia oriental localizada no sul do Oceano Pacífico, próximo ao Chile, as apresentações do grupo são voltadas às origens da cultura da Ilha de Páscoa e contribuem para a identidade cultural do Chile. Para Tomaz Vasquez, coordenador do grupo, “o carinho que recebemos aqui faz nos sentir muito especiais, por isso esta é a única cidade do Brasil em que nos apresentamos”.
Iniciando sua participação no evento, o grupo de Xaxado Cabras de Lampião de Pernambuco traz a cultura do Lampião e seus cangaceiros. Durante a apresentação o grupo mantém a originalidade e autenticidade conforme criada pelos bandoleiros do sertão, no início da década de 1920, na atual Serra Talhada, sertão do Pajeú, distante 420 km de Recife. Para Cleonice Maria, coordenadora do grupo, “divulgar a história de Lampião é também manter a identidade do grupo viva”, por isso eles levam documentários e livros sobre a história em todas as viagens.
Além do xaxado de Lampião também entra em cena a partir desta terça-feira o espetáculo das lendas açaí, boto e do tamba-tajá, por meio das danças Marujada de Bragança, Nove Orixás, Batuque Amazônico e da encenação do Círio de Nazaré, nos ritmos lundú, siriá, xote bragantino e carimbó com o grupo Parafolclórico Frutos do Pará. Fundando em 1992 com o nome inicial de Frutos do Tucano, o grupo se destaca pela indumentária colorida e exótica dos dançarinos e pelas coreografias sincronizadas. Para a coreógrafa do grupo, Nazaré Azevedo, participar pela terceira vez do festival é uma grande honra para o grupo. “Poder levar a nossa cultura e nossa dança para outras regiões nos alegra muito”.
O público do Festival ainda aguarda a primeira apresentação do Centro Cultural Takuru Puku de H. Alto Paraná do Paraguai, do grupo Nisanka da República Tcheca e da Txai Cia de Dança do Ceará, além de grupos locais e regionais que ainda irão se apresentar até domingo, 15, quando encerra o evento.
O 38º Festival Internacional de Folclore acontece entre de 31 de julho e 15 de agosto, na Praça das Flores. Durante 16 dias os visitantes poderão conferir a alegria, a beleza do folclore e as diferentes culturas dos mais variados países e regiões do Brasil.
O evento, realizado pela Prefeitura Municipal com apoio da Associação dos Grupos de Danças Folclóricas Alemãs, mostra a diversidade de culturas e a preservação cultural de cada povo através da dança, música e artesanato.
( com informações Assessoria de Imprensa da Prefeitura Municipal de Nova Petrópolis ) |  | |
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