Gramado se veste para receber o Festival

O público que frequenta o Centro de Gramado já pode observar a montagem da cenografia, que iniciou esta semana.

Como já é tradição, visitantes e gramadenses esperam pela cidade "vestida de Festival", Todos os anos, nos dias em que acontece um dos mais importantes e respeitados festivais de cinema do país, Gramado se caracteriza para receber o público. Nesta edição não será diferente. Com o objetivo de marcar a data e também de receber e presentear os visitantes que circulam pela cidade, o projeto cenográfico vai garantir a tematização de algumas áreas. A Rua Coberta vai receber o Tapete Vermelho e o Kikito, símbolo maior da festa, e o Palácio dos Festivais estará preparado para as transmissões. As praças Major Nicoletti e das Etnias também recebem elementos alusivos ao Festival.
A arquiteta Daniela Corso, da Nowhere, responsável pela cenografia, comenta sobre o conceito, que incluiu características do momento. "A mensagem que queremos passar é que tudo vai ficar bem. Essa frase está presente no Palácio dos Festivais e em outros pontos da cidade. Trabalhei com peças transparentes para que as pessoas possam se enxergar e interagir, ainda que uma de cada lado e separadas por essa barreira. A ideia é que possam se fotografar, se ver e se 'tocar'. São elementos urbanos voltados para a interatividade, ainda que através de telas ou janelas. Também trabalhei com elementos vazados, por onde é possível ver o outro lado", comenta Daniela. A comunicação visual fica por conta da Gemelo Creative.
O gerente de projetos da Gramadotur, Diego Scariot, observa que preparar a cidade para o Festival é uma forma de reverenciar o evento que colocou Gramado na rota do turismo nacional e, também, seus realizadores e todos os artistas que enfrentam restrições para desenvolver seu trabalho. “É, além disso, uma homenagem e um presente para a comunidade de Gramado, que sempre apoiou e fez o Festival acontecer, e, também, para os turistas que estarão na cidade e podem vivenciar o Festival de alguma forma”, salienta Diego.

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