| Texto publicado em 24/06/2009* - 08:33, quarta-feira. | por Redação GramadoSite | | *Atenção: você está lendo CONTEÚDO DE ARQUIVO. Publicado há mais de 2 anos e 11 meses! |  Projeto gaúcho de prevenção à violência não tem similar na América Latina Secretário executivo da Associação de Psiquiatria da América Latina (Apal) e presidente da mesa diretora do Comitê Estadual do Programa de Prevenção da Violência (PPV), o psiquiatra Miguel Abib Adad destacou, na abertura do 1º Fórum de Prevenção da Violência, nesta terça-feira (23), que "não existe nada no Brasil nem na América Latina igual ao PPV".
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 Durante o Fórum, aberto pela governadora Yeda Crusius, em Porto Alegre, Adad comprometeu-se, junto a prefeitos, secretários e dirigentes municipais, a levar a ideia do projeto para fora do Rio Grande do Sul e do Brasil.
Yeda - que formalizou a garantia de R$ 30 milhões para ações de prevenção da violência em 14 municípios (Alvorada, Canoas, Caxias do Sul, Esteio, Montenegro, Novo Hamburgo, Passo Fundo, Pelotas Porto Alegre, Rio Grande, Santa Cruz do Sul, Santo Ângelo, São Luiz Gonzaga e Torres) - foi aplaudida em pronunciamento no Fórum, quando informou que o Comitê Estadual de Prevenção da Violência, criado em fevereiro de 2007, com a participação de 79 ONGs, conta hoje com 89 organizações.
O secretário da Saúde, Osmar Terra, falou das ações da pasta no PPV e do programa específico criado para tratamento de dependentes de crack, acrescentado recentemente ao projeto por orientação da governadora Yeda Crusius.
"O crack tornou-se um problema gravíssimo. A urgência de atenção à dependência química, até cinco anos atrás, era de 90% em relação ao álcool. Hoje, 90% diz respeito ao crack. Virou epidemia, quase 60 mil pessoas são dependentes no Estado, ou seja, 0,5% da população. E o crack é promotor de violência", frisou Terra.
Na cerimônia de abertura do Fórum, também foram entregues 29 certificados de reconhecimento, pela governadora, a representantes de entidades que se destacaram por ações de prevenção à violência. Foram elas: Sesi, Superintendência de Serviços Penitenciários (Susepe), Tribunal de Justiça do Estado, Federação das Associações de Municípios do RS (Famurs) e Conselho Estadual de Entorpecentes.
Com informações da Assessoria de Imprensa do Estado do Rio Grande do Sul |  | |
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