Aproximadamente 40 pessoas estiveram presentes na consulta pública convocada pela Secretaria do Meio Ambiente no dia 17 de janeiro. Cada participante recebeu um cartão no qual deveria enumerar os cinco impactos ambientais que considera mais graves, com as possíveis causas relacionadas. “Fizemos o levantamento dos impactos mais apontados para partirmos para a última etapa do projeto, que é organizar programas de combate a esses problemas a curto e médio prazo”, comenta Ana Karina Zago.
Elaboração do Plano Ambiental
Desde o fim do ano passado, os profissionais da
Zago Consultoria Ambiental estão trabalhando no diagnóstico e no levantamento de problemas ambientais que devem ser combatidos em Gramado. Reuniões com entidades e conselhos, além da pesquisa
on line disponibilizada pela
GramadoSite.com (
Clique aqui para conferir) serviram como ferramentas para a coleta de dados. De posse das informações, agora eles se empenham na elaboração de programas para reduzir o impacto no meio ambiente local. Essa é a última fase da formatação do
Plano Ambiental de Gramado, que deve estar concluído até março.
Para que serve o Plano Ambiental
A intenção do plano é credenciar o município para liberar licenças ambientais para as atividades de impacto local, sem depender da influência de outros órgãos, como Fepam e Defap, por exemplo. Ao mesmo tempo, a população também se beneficia de mais qualidade de vida, pois a aplicação do plano tende a tornar o município mais sustentável. “A tendência é que o Plano Ambiental se torne tão importante quanto o Plano Diretor para os municípios”, já projetava Ana no início do trabalho.
O que compõe o Plano Ambiental
Além das metas para combater os impactos ambientais considerados mais urgentes, o Plano contempla mapas que descrevem a ocupação do solo, preservação da vegetação, dos mananciais, relevo, etc. O mapeamento está sob a responsabilidade da Univates, contando com a revisão da Zago. O Plano Ambiental deve servir como um instrumento de gestão para o município.