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  <title>gramadosite - Esportes</title>
  <link><![CDATA[http://gramadosite.com.br/esportes/]]></link>
  <description>Esportes em Geral
  </description>
  <docs>http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss/</docs>  <copyright>High Company Informática Ltda.</copyright>
  <pubDate>Fri, 04 May 2012 18:43:00 GMT</pubDate>
  <lastBuildDate>Fri, 04 May 2012 18:43:00 GMT</lastBuildDate>
  <language>pt-br</language>
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   <title>A onda perdida</title>
   <link><![CDATA[http://www.gramadosite.com.br/esportes/artigos/id:33334]]></link>
  <description><![CDATA[<p>2012-05-04 18:43:05  <p><b>Certa feita, noite alta, estrelada, ao fim de uma longa e boa pescaria, longe da costa, uma onda nos acertou pelo costado. Não era muito forte, mas, nos pegou desprevenidos. Balançou o barco repentinamente, e uma caixa de pescado foi jogada ao mar. Seguramos forte nas amuradas. Que cagaço! Tentamos reequilibrar enquanto muitas coisas soltas corriam pelo fundo da embarcação, entre os espaços das cavernas. No escuro, perdemos o pescado. Uma lástima. Uma tristeza. Um susto de valor elevado, no entanto, poderia ser muito pior: alguém em pé, teríamos homem ao mar.<br /></b></p>
<p>Era uma noite quieta, silenciosa mesmo, o mar parado. Sem perturbações, sem marolas, um tanto estranha, por sinal. Então, aquela onda sacode nosso pequeno universo. O Capitão disse que, às vezes, as ondas chegavam muito antes do vento e do temporal. Consultou o barômetro, ainda estava tudo certo. Por prudência, começamos a organizar as coisas e levantar âncora para voltar. A pescaria estava arruinada.<br />
<br />
No trajeto me contou uma história folclórica entre os pescadores. Falou que “os antigos” contavam que muito raramente, uma vez por geração, mais ou menos, ocorria uma perturbação oceânica, um episódio marítimo, que deixava a todos perplexos. Nos dias mais calmos que se possa imaginar no mar, uma onda surgia no horizonte. Crescia e vinha como uma parede de água atacar quem estivesse na costa. Era a “onda perdida”. Temida como a uma entidade do mal. A fúria de Netuno. A onda lendária pegava desprevenidos os pescadores e os jogava com seus barcos na praia. Naquele tempo, ninguém pescava muito longe da costa, ficavam próximo às pedras, entre a praia e a ilha e ali havia uma pesca excepcional. <br />
<br />
O fundo rochoso era criatório para uma miríade de espécies que servia de foragem aos peixes maiores, que passavam por lá. Além disso, com canoas a remo, não saiam para pescar se o mar não estivesse muito bom, parado como um azeite, sem correntes ou ondas. Não iram longe, também, porque remar no mar é uma tarefa penosa. Contudo, na época em que eu pescava com o Capitão Nelson, já não se poderia pescar neste setor entre a praia e a ilha e até uma milha de distância da ilha, por que se tratava de uma reserva ambiental, graças aos incansáveis esforços do próprio Capitão que, quase teve que dar sua vida para a formalização da reserva, aonde os leões marinhos, vindos do Sul, descansavam ao sol, enchiam a pança de comida e se reproduziam. Havia também as baleias francas, que acasalavam nas águas próximas, promovendo um festival inigualável. Uma grande explosão de vida em uma área muito restrita deve ser preservada a qualquer custo.<br />
<br />
Em dias de sol, céu azul e mar sereno, sem explicação, segundo a lenda, surgia a “onda perdida”. Ela vinha, quebrava tudo, e, depois que passava, tudo voltava a ficar quieto como estava antes. Apenas uma onda. Uma intrigante “onda perdida” no oceano. Um momento de fúria do mar, um espirro. Algo com início, meio e fim. A onda passava e o céu azul continuava azul por muitos dias, de tal forma, que não era um temporal que se acercava. O mar prosseguia quieto depois do evento, então, não era vento também. Não sei se era verdade esta história toda, mas, parecia que era isto que nos atingiu naquela noite, claro, em proporção muito pequena, microscópica.<br />
<br />
O Capitão Nelson contava que também achava que eram uma lenda “dos antigos”, as tais ondas gigantes que viajavam pelos oceanos. Até que uma vez, muitos anos antes, ele viu com os próprios olhos uma onda enorme surgir no meio do mar calmo, muito maior que a que nos sacudira, e diz que teve muita sorte por conseguir dar a volta na ilha e refugiar-se antes da passagem da onda. Contou que a água parecia ferver no fundo rochoso, a água borbulhava na superfície e que por alguns dias não se pescou mais nada no anzol, tamanha a confusão que deve ter causado, tirando dos esconderijos os peixes pequenos e os entregando aos vorazes peixes grandes.<br />
<br />
Fiquei pensando se a tal “onda perdida”, tão rara, não se tratava de um pequeno tsunami, ou algo parecido. Ou o que sobrou de uma borrasca em alto mar, uma procela. Um engasgo. Nunca entendi e tampouco esqueci a história. Quando estudei os tsunamis, descartei a possibilidade: tsunamis nunca são pequenos. Sempre que leio algo que envolva ondas relembro daquele episódio, e em determinada ocasião cheguei a ficar interessado na leitura de em alguns documentos que reportavam pequenas atividades sísmicas no litoral brasileiro, mas logo me desinteressei pelo enfadonho da leitura técnica. De todas as formas, não quero concluir nada, me satisfaz o mistério, mas, apostaria algo, como especulação, em uma resposta a um fenômeno climático qualquer. <br />
<br />
Daquele episódio, restou uma inquietação e um ensinamento, que levo para toda a vida. Nas próprias palavras do Capitão: “não se dá as costas ao mar, nunca”!<br />
<br /></p></p><p><a href="http://www.gramadosite.com.br/esportes/artigos/id:33334">leia mais</a></p>]]></description>
   <pubDate>Fri, 04 May 2012 18:43:00 GMT</pubDate>
   <localDataHora>2012-05-04 15:43:00</localDataHora>
  </item>
  <item>
   <title>Nova turma recebe graduação de faixas da Master School </title>
   <link><![CDATA[http://www.gramadosite.com.br/esportes/noticias/id:33328]]></link>
  <description><![CDATA[<p>2012-05-04 13:54:50  <p><b>Mais uma turma graduou na Master School - Escola de Artes Marciais - no dia 21 de Abril. A tarde do sábado de feriado trouxe muitos familiares e amigos até a sede da escola para prestigiar o evento que ocorreu às 15h.</b></p>
<p>Na oportunidade, 19 alunos trocaram de faixa, aos comandos do instrutor chefe da unidade Rodrigo do Amaral, faixa preta 2° Dan.  O evento contou com a presença do diretor da Master School faixa preta 4° Dan, Sr. André Navarro e do faixa preta 2° Dan, instrutor da unidade de Santa Cruz do Sul-RS, Sr. Gustavo Bolzan. <br />
<br />
<B>Alunos que apresentaram as técnicas que aprenderam</b><BR>A graduação é uma <B>honra</b>, mas acima de tudo é uma <B>responsabilidade</B>.<br />
<br />
<b>Momento de Concentração antes de receber a nova faixa</b><BR>A Master School é uma representação da Franquia ATA/STF/WTTU, maior organização profissional de Artes Marciais do mundo. O Taekwondo é uma arte marcial de origem coreana, e a palavra “Taekwondo” significa “a arte ou caminho das mãos e dos pés”, enquanto que Songahm tem o significado de “templo ao pinheiro” (firme e perseverante).<br />
<br />
<B>Turma de alunos que realizaram a troca de faixas</b><BR><br />
ANA LAURA PORT PINTO<br />
DIEGO AREND<br />
ELIZABETH ALVES<br />
GABRIEL ZUCOLOTTO<br />
GRACIELA GABRIEL<br />
JEAN CALIARI<br />
JOÃO GABRIEL LAMARCA<br />
JOÃO WESZ DO VALLE<br />
JULIA ZUCOLOTTO<br />
JÚLYA MACHADO<br />
JÚNIOR COUTO<br />
LORENZO BURLANI<br />
OSNI NETO<br />
PEDRO RAMOS<br />
PEDRO WESZ DO VALLE<br />
RAFAELA KREUTZ<br />
RENATO CHACUR GONÇALVES<br />
RENATO GONÇALVES<br />
YASMIN SELBACH<br />
<br />
A Escola de Artes Marciais Master School, em Gramado, está localizada na Avenida Borges de Medeiros, 3994 (junto a Academia Exercit). Mais informações podem ser obtidas no site <a class=redir href='http://www.masterschoolbrasil.com.br' id='a' to='/redir2/redir:http%3A%2F%2Fwww.masterschoolbrasil.com.br/r:wuGIYFrBcHXyO' target='_blank'>www.masterschoolbrasil.com.br</a><script type=text/javascript> $('a.redir').bind('mousedown keydown',function(e){ $(this).attr('href', $(this).attr('to') ); }); </script> ou (54) 3295 - 1556. É possível agendar uma aula demonstrativa para iniciantes e interessados que já praticam qualquer uma das categorias, com desconto especial para inscrições de integrantes de uma mesma família.<br />
<br />
<br />
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   <pubDate>Fri, 04 May 2012 13:54:00 GMT</pubDate>
   <localDataHora>2012-05-04 10:54:00</localDataHora>
  </item>
  <item>
   <title>Luciferase</title>
   <link><![CDATA[http://www.gramadosite.com.br/esportes/artigos/id:33278]]></link>
  <description><![CDATA[<p>2012-04-25 02:20:50  <p><b>Já era verão e tínhamos que pescar garoupas. Ríamos muito enquanto pescávamos. O Capitão me contava estas histórias imitando as vozes e falas de cada um dos tripulantes. Ele imitava todas as pessoas do seu universo e traduzia em língua de gente as coisas que seu cachorro, o Nestor, falava para ele. Por mais trágicas que fossem as histórias, dava sempre um charme especial e uma roupagem engraçada para elas. <br />
Estávamos fundeados sobre as pedras do parcel, longe, a 14 km mar adentro. No mar, durante uma noite limpa e longe de qualquer fonte luminosa da terra, o céu é muitíssimo mais lindo, imensamente iluminado, é mais claro que escuro, de tantas estrelas que podemos ver. É impossível não ficar olhando o tempo todo para a parabólica radiosa que nos cobre. Em terra, não vemos nem a milésima parte daquele montão de astros que se pode ver no mar. O Capitão Nelson, contava sobre as estrelas, as constelações, apontava planetas, dizia o nome de um monte de coisas lá em cima e se guiava, unicamente pelas estrelas, por isto pescar à noite. Dizia que se seguíssemos uma determina estrela, que não lembro o nome, acertaríamos a entrada dos moles de onde estivéssemos a qualquer hora da noite, durante o verão.</b></p>
<p>A água também é luminosa. Parece uma lâmpada líquida. Há muita luz dentro do mar. O fenômeno se chama ardentia, quando há atuação mecânica sobre microorganismos inicia-se uma reação que converte a energia química em energia luminosa. Quando um peixe passa por uma bolsa de noctilucas faz estourar um flash verde limão. É a bioluminescência da luciferase funcionando, belíssimo; quando o casco do barco se movimenta deixa um rastro de luz atrás de si. Assim como o céu radioso pode ser visto melhor a partir do mar, só quem se aventura à noite pelos oceanos, pode conhecer estas e outras coisas misteriosas e lindas. <br />
<br />
O melhor, no entanto, naquelas noites de verão, era a pesca. Pesca grossa. Estúpida. De barriga cheia saíamos após o sol se pôr e, naquela lancha pequena, levávamos muito tempo para chegar ao parcel que pescávamos. As iscas, o Capitão já havia conseguido de dia: lulas frescas que eram amarradas em anzóis 5/0 com um chumbo de lastro pesado preso acima do conjunto. A linha que usávamos era um sedal grosso e o objetivo de cada noite era pegarmos garoupas para os hotéis do balneário, restaurantes e peixarias. Um anzol para cada um e nada mais. O Capitão tinha por hábito carregar uma lista com os pedidos anotados, tantos peixes cada qual com seu peso estimado; pegávamos apenas o necessário e no peso encomendado, isto era uma regra, o resto voltava para a água. <br />
<br />
Com os anzóis iscados e luvas grossas nas mãos, deixávamos as iscas descer até o fundo e ficávamos chamando o peixe com movimentos lentos, batendo o chumbo nas pedras. Quando a garoupa pegava, a força exercida era absurda. A ferrada e a corrida de uma garoupa grande segue um ritual: primeiro ela morde a isca e depois dispara de volta para a toca. Parece simples, o pescador deve impedir que ela entre na toca. Tínhamos que segurar com as duas mãos e enrolar a linha na manga do braço, por isto, mesmo no verão, usávamos grossos blusões de lã. Uma vez que a linha estivesse presa no braço e enrolada firme nas mãos, firmavam-se as pernas contra as amuradas e os pés contra as costelas estruturais do barco, neste momento, o monstro marinho tentava retornar para sua caverna e o barco, mesmo ancorado, era arrastado na superfície do mar, produzindo luz ao redor. Se conseguíssemos o feito de segurar o peixe longe das pedras, então começava uma nova etapa da briga: içar a garoupa, que procurava, por algum tempo, outros lugares para se entocar, nadando perdida em círculos e lutando para baixo, cabeceando. <br />
<br />
Era hora de recuperar a linha com as mãos, desenrolando a mão da frente e enrolando na mão de trás, aos poucos se transferia a linha, de uma mão à outra, ganhando alguns centímetros de luta contra o peixe. A fisionomia do pescador fica contorcida de dor e força, deformada, sulcada e o suor corre por estes sulcos entrando nos pés de galinha e escorrendo vai arder, com o sal lavado da pele, os olhos; os dedos ficam esmagados pela linha grossa com a pressão exercida pelo peixe nadando com força lá em baixo, sente-se o sangue esfriar na ponta dos dedos roxos sob as luvas, que ajudam, mas, a cada disparada da garoupa a linha corre e corta as mãos e é necessário calos e calos nos calos para que isto não aconteça. Sempre acontece. O Capitão conseguia conversar até quando içava um peixe, os ombros encolhidos, a cara de dor, a linha gemendo e assoviando nos dedos e fazendo novas feridas dentro das feridas velhas. <br />
<br />
Eu escutava e, realmente, gostava daquela pesca, que para outros seria o Calvário. Eu me concentrava em levantar o peixe e curtir as feridas e as histórias. Com as feridas abertas nas mãos a água salgado do mar que vem com a linha faz arder muito. E há a sensação exata de que os braços estão sendo arrancados pelo peixe. E isto tudo é muito bom de sentir e pescar um peixe apenas com as mãos é muito bom, melhor ainda quando o peixe é um monstro. <br /></p></p><p><a href="http://www.gramadosite.com.br/esportes/artigos/id:33278">leia mais</a></p>]]></description>
   <pubDate>Wed, 25 Apr 2012 02:20:00 GMT</pubDate>
   <localDataHora>2012-04-24 23:20:00</localDataHora>
  </item>
  <item>
   <title>Grand Prix de Futsal poderá ser em Gramado</title>
   <link><![CDATA[http://www.gramadosite.com.br/esportes/noticias/id:33266]]></link>
  <description><![CDATA[<p>2012-04-23 19:19:00  <p><b>O maior evento esportivo de Futsal poderá acontecer em Gramado, em dezembro de 2013.</b></p>
<p>Esta possibilidade foi levantada na sexta-feira (20), durante uma recepção à Confederação Brasileira de Futebol de Salão (CBFS), no Casarão, em Gramado. O presidente da entidade, Aécio de Borba Vasconcelos, ao lado do Prefeito de Gramado, Nestor Tissot, e da Secretária de Turismo, Rosa Helena Volk, comunicou que, após a bela receptividade da comunidade gramadense durante a Eliminatória Sul Americana de Futsal (15 à 22 de abril), daqui para frente será trabalhada a possibilidade de trazer à Gramado o Grand Prix de Futsal, que reúne as oito melhores seleções do mundo.<br />
<br />
“Tivemos uma excelente receptividade nesta cidade. Gramado proporcionou a realização deste evento com grandeza e magnitude. Cada seleção ficou hospedada em um hotel diferente, o que geralmente não acontece em outros lugares, o empresariado auxiliou em tudo que pode, a gastronomia de Gramado é fortíssima e o povo muito acolhedor. Queremos levar conosco gratidão eterna. O Brasil provou que tem potencialidade para fazer o que Gramado fez”, destacou Vasconcelos.<br />
<br />
Durante a confraternização, oferecida pela Abrasel, o Prefeito de Gramado Nestor Tissot, fez um agradecimento especial a toda a organização do evento. “Com certeza aconteceu um momento histórico em nossa cidade. Reunimos grandes times, grandes jogadores, Gramado esteve em destaque no circuito esportivo e, por este motivo, só temos o que agradecer aos nossos parceiros, ao comitê organizador e à Secretária Rosa Helena, que não mediu esforços para trazer este evento para nossa cidade”, frisou o Prefeito.<br />
<br />
Na confraternização, houve troca de mimos entre representantes da Confederação Brasileira de Futebol de Salão e o Executivo Gramadense. Nestor Tissot e Rosa Helena Volk ganharam uma placa com seis estrelas, que representam o número de títulos conquistados pelo Brasil em campeonatos. O Presidente da CBFS também recebeu uma placa em forma de agradecimento pela realização do evento em Gramado.<br />
<br />
Já foram realizados nove mundiais de futsal promovidos de quatro em quatro anos. Nestes 36 anos de história, esta foi a segunda vez que a Eliminatória Sul-Americana aconteceu no Brasil. A primeira vez foi realizada em Aracajú.<br /></p></p><p><a href="http://www.gramadosite.com.br/esportes/noticias/id:33266">leia mais</a></p>]]></description>
   <pubDate>Mon, 23 Apr 2012 19:19:00 GMT</pubDate>
   <localDataHora>2012-04-23 16:16:00</localDataHora>
  </item>
  <item>
   <title>Argentina supera o Paraguai e é a campeã da Eliminatória Sul-Americana de Futsal</title>
   <link><![CDATA[http://www.gramadosite.com.br/esportes/noticias/id:33265]]></link>
  <description><![CDATA[<p>2012-04-23 19:15:00  <p><b>É bem verdade que Gramado esperava brindar um título do Brasil ao final da Eliminatória Sul-Americana para a Copa do Mundo de Futsal. Não foi assim, a grande campeã foi a seleção Argentina que bateu o Paraguai nos pênaltis em uma final emocionante na gelada tarde de domingo (22), no Centro Municipal de Esportes José Francisco Perine - Perinão.</b></p>
<p>Antes da grande final, a disputa de terceiro lugar colocou em duelo as seleções Brasileira e Colombiana. O jogo terminou 5 a 1 para o Brasil, com três gols de Sinoê, um de Falcão e um de Jé, o Brasil venceu a Colômbia, que descontou com Camillo, em um jogo tranquilo, dando ao Brasil e terceira colocação.<br />
<br />
A grande emoção do dia, porém, ainda estava por vir. Em um jogo com poucos gols mas muitas emoções e marcado por contra ataques alucinantes, Paraguai e Argentina terminaram o tempo regulamentar em 1 a 1, gols de Cholo para o Paraguai e Calo - de letra - para a Argentina.<br />
<br />
O resultado do tempo normal levou à prorrogação e mais uma vez o jogo terminou empatado. Sendo assim, o grande campeão da Eliminatória Sul-Americana de Futsal e grande credenciado para o Mundial, que será realizado em novembro na Tailândia, só seria conhecido na loteria dos pênaltis.<br />
<br />
O jogo foi tão disputado que terminou empatado também nas primeiras cobranças, e só foi decidido nas cobranças alternadas. Então brilhou a estrela do goleiro argentino Elias que defendeu o pênalti batido por Santa e decretou a Argentina como grande campeã.<br />
<br />
Não foi o Brasil o grande campeão, mas a grande final da Eliminatória Sul-Americana para a Copa do Mundo de Futsal deu fim ao grande evento da forma como deveria ser, com um jogo que certamente ficará na memória daqueles que tiveram oportunidade de assisti-lo.<br />
<br />
O Prefeito de Gramado Nestor Tissot, acompanhado da Secretária de Turismo Rosa Helena Volk e do Diretor de Esportes de Gramado Birinha Moura esteve presente na entrega das premiações às seleções finalistas. O Secretário Estadual de Esportes Kalil Sehbe também esteve presente e participou da entrega das premiações.<br />
<br />
“Me sinto muito orgulhoso por Gramado ter podido sediar de forma tão brilhante um evento tão importante dentro do esporte nacional como é a Eliminatória Sul-Americana de Futsal. Trata-se do maior evento de futsal de todo o continente Sul-Americano, e tenho a certeza que a cidade ficou a altura desse grandioso evento”, destaca o Prefeito de Gramado Nestor Tissot.</p></p><p><a href="http://www.gramadosite.com.br/esportes/noticias/id:33265">leia mais</a></p>]]></description>
   <pubDate>Mon, 23 Apr 2012 19:15:00 GMT</pubDate>
   <localDataHora>2012-04-23 16:05:00</localDataHora>
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