• O mês de maio traz consigo um dia muito especial. O dia dela... Mãe! A minha sempre costuma dizer... “se a palavra mãe gastasse ao ser pronunciada, não existiria mais, de tanto que os filhos abusam dela!”.

    A danada da palavrinha é mesmo uma delícia. Pode ser um “mãe!” rápido, curto e em tom de surpresa ou então um “mmmmãeeee” bem preguiçoso pedindo carinho, que logo ela aparece para dar atenção e amor incondicional... amor de mãe!

  • De tão especiais, elas acabaram ganhando um dia especial. A história nos mostra que a mais antiga comemoração do Dia das Mães tem registros na mitologia. Na Grécia, a entrada da primavera era festejada em honra de Rhea, a Mãe dos Deuses. Outra referência aparece no início do século 17, quando a Inglaterra começou a dedicar o quarto domingo da Quaresma às mães das operárias inglesas. Nesse dia, chamado de Mothering Day, as trabalhadoras tinham folga para ficar em casa com suas mães.

  • Mas foi a americana Ana Jarvis que iniciou a campanha para instituir o Dia das Mães. Em 1905 essa filha de pastores perdeu sua mãe. Preocupadas com seu sofrimento, as amigas decidiram homenagear a memória da mãe de Ana com uma festa. Ela preferiu que a homenagem fosse estendida para todas as mães, vivas ou mortas, num dia em que todas os filhos se lembrassem e homenageassem suas mães. Na verdade, o que Ana desejava era fortalecer os laços familiares e o respeito aos pais. E não é que deu certo! Hoje o mundo celebra a data, que aqui no Brasil acontece sempre no segundo domingo de maio.

  • Ainda sobre a história da Ana, descobri que na primeira missa das mães ela enviou 500 cravos brancos para uma igreja junto com um pedido: todas as mães deveriam receber a flor que simbolizava pureza, amor e beleza. Se você pensa em presentear sua mãe com flores, aproveite essa dica e não esqueça de contar para ela essa história bonita...

  • Em seu livro “A mulher e seus hormônios...enfim em paz!” o doutor Malcolm Montgomery faz uma reflexão muito pertinente sobre esse tema:

    “Antes de ser mãe, a mulher é uma pessoa, por isso gosto de usar esse termo, mulher-mãe. De certo modo, ele traduz exatamente o que é a nova mãe: uma mulher que, além de outras realizações pessoais e profissionais, também se realiza com a maternidade.”

    O que o doutor Malcolm quer dizer é que, antes de nos tornarmos mães, somos mulheres! Parece até estranho afirmar isso, mas o fato é que ao embalarmos nossos filhos, acabamos “esquecendo” que somos fêmeas, que temos desejos, profissões, feminilidade, sonhos e que a vida continua... então fica um convite para reflexão.

  • Ok, você viu o filme e não captou o que o Almodóvar quis dizer? Então vamos recorrer as valiosas explicações da colega Lila Rizzon. Talentosa, a jornalista decidiu estudar Astrologia e na matéria a seguir nos dá uma “super aula”, descrevendo os estilos de mães, o que elas gostariam de ganhar no seu dia e qual o programa legal de fazer com elas aqui na Serra Gaúcha:

    Que tal um passeio pela Serra Gaúcha no Dia das Mães?

    Fontes: * Portal da Família;
    * Livro “A mulher e seus hormônios... enfim em paz!”, de Malcolm Montgomery.
    Nosso especial agradecimento à mamãe Rosângela Valmórbida, que posou ao lado dos filhos Nicolas e Vicenzo, especialmente para ilustrar esta matéria.


    “Muitos... tanto que ela vive inacabada.” Sábias palavras de outro cara que eu admiro. Li que, certa vez, o cineasta espanhol Pedro Almodóvar justificou sua admiração pelas mulheres declarando que elas eram feitas de mais pedaços do que os homens... Como???? Ele explica isso no filme “Tudo sobre minha mãe”, que eu recomendo!