• Turismo acessível ainda é tema novo no Brasil. Mantendo sua característica de pioneirismo, Gramado conta com meios de hospedagem adaptados para atender pessoas com deficiência física. O único hotel certificado pelo Instituto Pestalozzi – referência em inclusão social e acessibilidade – está aqui.

  • O selo de Acessibilidade Total foi criado durante a realização do 1º Congresso Ibero-Americano de Acessibilidade no Turismo, em Canela/RS, no ano de 2004. Desde então, apenas um hotel foi contemplado com a certificação e ele está localizado em Gramado, na Região das Hortênsias. Toda a estrutura foi repensada. O hotel passou por adaptações no intuito de desfazer as barreiras que prejudicavam o bem-estar das pessoas com deficiência.

  • Já começa pela recepção. No estacionamento, uma vaga foi reservada em frente à porta de entrada do hotel, facilitando o acesso do deficiente físico.
  • Rampas e elevadores permitem o trânsito pelas áreas sociais do hotel. Os corredores que conduzem aos apartamentos são largos, assim como as portas, facilitando o acesso de cadeirantes. Há cadeiras de rodas à disposição dos hóspedes que precisarem.

  • Os banheiros dos apartamentos contam com barras de segurança, piso antiderrapante, cadeira especial no box para banho, pias e vaso sanitário acessíveis.
  • Até mesmo os armários têm prateleiras mais baixas. Os interruptores, fechaduras e tomadas estão instalados em altura acessível para quem se locomove com cadeira de rodas.

  • As áreas sociais do hotel possuem rampas e banheiros com adaptação. Na área das piscinas, o piso é antiderrapante, o que evita acidentes também com deficientes visuais, que podem se guiar tranqüilamente pelas direções do piso com suas bengalas.
  • O braile, aliás, está presente no cardápio do restaurante e nas sinalizações dos elevadores.
  • Uma cadeira-elevador garante o acesso do hóspede com deficiência física à piscina com segurança. Dentro dela, há barras de apoio.

  • A equipe do hotel participa periodicamente de cursos de preparação para atender a esse público sem provocar constrangimentos. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE mostram que apenas 4% da população brasileira com algum tipo de deficiência têm acesso aos serviços especiais, ou seja, a maioria sofre com a exclusão social.

  • Na hora de programar sua viagem, acima do custo e da acessibilidade arquitetônica, pesquisas em nível internacional apontam que determinante mesmo para o deficiente físico é o acolhimento, que muitas vezes compensa a falta de estrutura física. Para a Serra Gaúcha isso não é problema, hospitalidade tem tudo a ver com essa região.