PRETATERRA fará parte da Aliança da Bioeconomia Circular, plataforma que será o coração da transição da economia baseada no petróleo para uma nova economia, neutra para o clima, inclusiva e que prospera em harmonia com a Natureza

Iniciativa é a única brasileira a integrar projeto de bioeconomia circular encabeçado pela Família Real Britânica

A PRETATERRA, iniciativa brasileira que se dedica à disseminação de sistemas agroflorestais regenerativos pelo mundo, foi convidada a liderar a frente agroflorestal da Aliança da Bioeconomia Circular, projeto global encabeçado pela família real Britânica, na pessoa de Sua Alteza Real, o Príncipe Charles.

O objetivo da ação é criar uma plataforma que conecte pessoas, empresas, governos e instituições ao redor do mundo e dê suporte, com base em conhecimento desenvolvido pela PRETATERRA e outras empresas para conectar investidores, empresas, organizações governamentais e não governamentais e comunidades locais interessadas em construir juntas uma bioeconomia circular, com o objetivo de restaurar a biodiversidade globalmente.

Os fundadores da PRETATERRA, os engenheiros florestais Paula Costa e Valter Ziantoni, somam juntos mais de 30 anos de experiência profissional e estão à frente de diversos projetos no Brasil e no mundo. Eles contam que foram incumbidos pela Aliança da Bioeconomia Circular a criar as diretrizes que regem a lógica de criação de designs agroflorestais resilientes, duradouros e inspirados em tecnologias ancestrais.

Agrofloresta é um sistema de produção inspirado na dinâmica dos ecossistemas naturais, nos quais espécies florestais perenes são plantadas junto com cultivos agrícolas e criações de animais. “Receber esse convite para integrar uma iniciativa tão relevante demonstra o reconhecimento ao trabalho que a PRETATERRA vem consolidando não só no Brasil, mas em diversos países do mundo e o papel que a agrofloresta desempenha nesse conceito tão inovador e necessário, que é a Bioeconomia Circular”, afirma a engenheira florestal, Paula Costa.

Dentre as atividades que serão desenvolvidas pela Aliança da Bioeconomia Circular estão a sensibilizar e inspirar soluções baseadas na natureza para reimaginar as cidades; catalisar investimentos e conectar investidores a empresas, startups e projetos de expansão; apoiar os governos no desenvolvimento de estratégias com base científica para a transição em direção a uma bioeconomia sustentável e, sobretudo, demonstrar o potencial da bioeconomia circular por meio de projetos-piloto e módulos de treinamento, acelerando iniciativas de restauração da paisagem.

“É vital harmonizar o conhecimento científico e natural, as florestas e as pessoas, os alimentos e a produção, o trabalho e o bem-estar. Não se trata apenas de uma mudança para uma agricultura mais regenerativa: estamos abordando e testemunhando o nascimento de uma transformação do sistema produtivo atual”, complementa o engenheiro florestal, Valter Ziantoni.

O que é bioeconomia circular?
A bioeconomia circular depende de ecossistemas saudáveis, biodiversos e resilientes. Tem como objetivo fornecer bem-estar sustentável por meio do fornecimento de serviços ecossistêmicos e gestão sustentável dos recursos biológicos, como plantas, animais, microrganismos e biomassa derivada, incluindo resíduos orgânicos. Estes são transformados de forma circular em alimentos, rações, energia e biomateriais, dentro dos limites ecológicos dos ecossistemas dos quais depende.

A bioeconomia circular é alimentada por energia renovável, inclui e interliga holisticamente os seguintes sistemas e setores: ecossistemas terrestres e marinhos, bem como infraestruturas verdes e os serviços que fornecem nas cidades; setores de produção primária (agricultura, silvicultura, pesca, aquicultura e aquaponia); setores econômicos e industriais que dependem de recursos biológicos e soluções baseadas na natureza (alimentos, indústria da madeira, produtos químicos a granel e especiais, construção, embalagens, têxteis, produtos farmacêuticos, bioenergia); e todos os setores que se beneficiam de soluções de base biológica ou serviços ecossistêmicos, como turismo natural ou abastecimento de água.

Nas palavras dos fundadores da PRETATERRA, “a agrofloresta é uma solução transversal e uma ferramenta de transição eficaz para a transformação. Uma agricultura de base florestal é a resposta mais plausível e simples para a maioria dos desafios climaticos e sociais que enfrentamos como seres humanos hoje. Já sabemos a solução, agora só temos que agir”.
Além da PRETATERRA, fazem parte da Aliança da Bioeconomia Circular as empresas e instituições EFI - European Forest Institute, SITRA, UPM, AstraZeneca, Lombard Odier, ECBF, CIFOR, World Agroforestry, New Generation Plantations, World Economic Forum, World Resources Institute, Wellbeing Economy Alliance, Iaac – Institite for Advanced Architecture of Catalonia, Dasos Capital e IUCN.


Sobre a PRETATERRA
Iniciativa que se dedica à disseminação de sistemas agroflorestais regenerativos, desenvolvendo designs replicáveis e elásticos, combinando dados científicos, informações empíricas e conhecimentos tradicionais com inovações tecnológicas, construindo um novo paradigma produtivo que seja sustentável, resiliente e duradouro.
Na vanguarda da Agrofloresta, a PRETATERRA projetou, implementou e modelou economicamente o design agroflorestal que ganhou, em 2019, o primeiro lugar em Sustentabilidade do Prêmio Novo Agro, do Banco Santander e da ESALQ, com o case “Café dos Contos”, em Monte Sião (MG). Em 2018, a PRETATERRA ganhou o primeiro lugar em negócios inovadores no concurso de startups no Hackatown e, em 2020, a PRETATERRA lidera o projeto Pasto Vivo, da Luxor Agro e Meraki, que visa criar o melhor modelo agroflorestal pecuário do mundo.

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