Décio Baptista Pizzato

Economista (Registro CoREcon nº 3861-4ª Região), Pós-graduado em Administração Pública, ênfase municipal. Atuação no mercado de capitais como gestor de fundos de investimentos, gerente e diretor de empresas financeiras e de previdência privada.
Ex- diretor e conselheiro da Associação Brasileira dos Analistas do Mercado de Capitais (RS). Analista de economia contemporânea, brasileira e internacional.
Articulista de opinião desde 1995, com artigos publicados sobre mercado de capitais e economia, nos jornais Gazeta Mercantil, Jornal do Comércio, revistas e jornais de empresas. Mantive comentário semanal de economia por 2 anos na Rádio Guaíba (POA).
Meus artigos são reproduzidos em sites, de editora e escritórios especializados. Fiz palestras de abertura de curso de pós-graduação, de semana acadêmica, de aula multidisciplinar, no Centro Universitário Feevale, Universidade de Caxias do Sul, Unisinos e UFRGS. Fonte de referência e orientação para jornalistas da área econômica e dissertações de formandos, sendo constantemente citado em colunas, matérias impressas e programas de rádio.
Autor da análise sobre o atual governo (período janeiro de 2003 a abril de 2005) que tem o título de “Nada além de uma ilusão”.



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Um ciclo virtuoso interrompido

Escrevi dois artigos sobre o Plano Real que no último dia 1º de julho completou 25 anos. Os anteriores foram aos 10 e 15 anos do Plano, este último levou o título de "A HISTÓRIA DO PLANO REAL".

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RELEITURA: Plano Real 25 anos

Nesta segunda - feira, 1º de julho, completa-se 25 anos do Plano Real.
Dez anos atrás dizia no artigo postado neste site, que entre outras medidas usadas para a que o Plano Real se consolidasse foi o combate as manipulações no Orçamento da União. Os governos dos presidentes Luis Inácio Lula da Silva, hoje preso, e principalmente dos desastrosos anos de Dilma Roussef usaram e abusaram de manipulações que foram rotuladas como "pedaladas". Essas ao virem à tona mostraram o rombo existentes nas contas União e a ilusão da bonança até então praticada.

Para este ano de 2019 o rombo está estimado em R$ 139 bilhões. Sem as contas públicas equilibradas, para se dizer no mínimo, a economia não cresce como agora estamos não só vendo como também sofrendo.

Vale reler o artigo que escrevi.

Boa Leitura.

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